sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rádio digital

Depois da transição da TV e da telefonia para o padrão digital, 2012 vai ser a vez do rádio. E o governo federal quer correr para anunciar pelo menos a escolha do modelo de transmissão ainda no primeiro semestre.

Entram em jogo aí os modelos norte-americano, europeu e japonês. Mas também se abre a possibilidade para o desenvolvimento de um modelo nacional. Ainda no governo Lula (PT), o Executivo havia escolhido o norte-americano, que permite que vários conteúdos sejam disponibilizados pela mesma rádio, só que acabou voltando atrás.

O problema é que várias rádios já haviam comprado os equipamentos e o governo, que resolveu insistir na indefinição, também proibiu a transmissão em sinal digital. À época, existiam apenas os modelos norte-americano e europeu, só que representantes do modelo japonês entraram em contato com o Ministério das Comunicações e com a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

Na lista de exigência do governo, além de um sistema que se adapte à geografia e às características socioeconômicas brasileiras, está a transferência de tecnologia. No centro dessa decisão está o deputado federal Sandro Alex (PPS-PR). Ele é o relator do texto que define o modelo que o Brasil irá adotar no rádio digital.

O problema é que a decisão da Câmara dos Deputados terá que ser a mesma do Ministério das Comunicações. “Se a Câmara adotar um e o Ministério outro, nenhum é adotado”, diz.

De acordo com ele, o rádio está “defasado” na adoção do sistema digital, que poderá salvar as rádios AM. “Precisamos de um modelo que necessariamente atenda às rádios AM, que precisam dessa tecnologia para sobreviver.”

Fonte: Jornal do Comércio

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sete canais podem se tornar obrigatórios por nova lei

Ao menos sete canais estão na disputa para se tornar obrigatórios dentro da cota de conteúdo brasileiro prevista na lei 12.485/2011.

São eles Canal Brasil, SescTV, Cinebrasil TV, TV Climatempo, Music Box Brasil, Prime Box Brasil e Travel Box Brasil, de acordo com levantamento do "Anuário de Mídias Digitais 2012".

A nova legislação, que cria novas regras para a TV paga, está em consulta pública.

Entre outras cotas, ela prevê uma que determina que para cada três canais estrangeiros haja um brasileiro nos pacotes de TV por assinatura, até o limite de 12 nacionais.

As operadoras informaram estar estudando as novas regras e disseram que não vão se pronunciar agora sobre os canais obrigatórios.

Fonte: Folha

Venezuela quer fabricar set-top-box para TV digital em parceria com Argentina

O presidente venezuelano aprovou um projeto para fabricar tablets, televisores e set-top-boxes com conversor de TV digital embutido em parceria com a Argentina, segundo informou o site expecializado NexTV Latam. O projeto foi proposto pelo Ministro de Infraestrutura argentino, Julio de Vido, como parte de um acordo de cooperação entre os dois países para impulsionar o padrão ISDB-T de TV digital, também usado em outros países da América do Sul, inclusive o Brasil, que o desenvolveu com base na tecnologia japonesa.

Na semana passada, de Vido viajou para a Venezuela e apresentou os aparelhos ao presidente Chávez – incluindo o tablet com conversor de TV digital embutido. “A ideia é fabricar esses aparelhos na Venezuela com base na indústria argentina”, afirmou o ministro, que vem defendendo um plano de incentivos para três fabricantes de set-top-boxes, que seriam distribuídos gratuitamente à população argentina. O plano de TV digital argentino inclui ainda uma plataforma estatal de 15 canais públicos que estão sendo desenvolvidos para fazer frente aos grupos de comunicação privados.

Fonte: Telesintese

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

TV Digital: Governo quer Ginga em 30% das TVs já em 2012

O governo tentou um acordo com a indústria, mas não obteve sucesso. Depois de três anos de discussões infrutíferas, decidiu fechar a nova portaria que vai trazer o Processo Produtivo Básico para a inserção do Ginga nos televisores digitais.

O PPB, segundo fontes do governo, será implantado em três etapas para que os fabricantes de televisores possam substituir gradativamente o legado existente.

A nova portaria, informam ainda as fontes do governo, deverá ser publicada até o final de janeiro. Os fabricantes de televisores terão de implementar a inserção do Ginga ainda em 2012 numa proporção de 30% dos televisores digitais que forem produzidos este ano. Para 2013, esse percentual subirá para 60% dos televisores fabricado e, em 2014, o governo espera que 90% da produção já contemple o middleware de interatividade embutido.

A decisão foi tomada também levando em contra o desespero da indústria de software, qua já ameaçava abandonar o projeto de interatividade da TV Digital diante da inércia da indústria.Empresas investiram pesado na interatividade da TV Digital e, até agora, só acumularam prejuízos significativos por falta da definição do PPB para a fabricação dos televisores com o Ginga.

Na demorada negociação somente a decisão de chegar a 2014 com o Ginga incorporado era o ponto pacífico nas discussões entre a indústria e o governo. Os fabricantes tentaram adiar a implementação do ginga para 2013, mas o governo ao que parece decidiu não ceder.

Originalmente, o governo propôs em consulta pública começar a inserção do Ginga em 75% dos aparelhos televisores produzidos a partir de julho deste ano. Mas recuou nesse percentual para 30%. Ainda são 10 pontos percentuais acima do que desejava a indústria - os fabricantes pleiteiam 20% e até ameaçam ir à Justiça- mas está bem abaixo dos 50% colocados à mesa nas últimas reuniões,o que favorece a uma última tentativa de ajuste entre as partes.

Quanto ao prazo, a indústria exige que a fabricação dos televisores com Ginga comece em outubro. O que o governo decidiu com relação a data do início do processo de produção ainda é um mistério, mas existe a possibilidade de ser acatada a proposta dos fabricantes.

Fonte:www.institutotelecom.com.br

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

André Barbosa assume operador único nacional

Depois de oito anos à frente da assessoria especial da Casa Civil da Presidência da Republica, André Barbosa, que é um dos idealizadores da TV Digital brasileira, terá, agora, a missão de expandir a rede pública nacional.

A missão de Barbosa é árdua. Organizar parceria pública privada é um dos seus desafios, além de conseguir estruturar uma atuação conjunta com a Telebras. No ano passado, se constatou que o projeto precisaria de R$ 2,8 bilhões, a serem aplicados em 20 anos.

O operador único integrará os sinais das tvs públicas federais, viabilizando a migração dos sinais das emissoras públicas do padrão analógico para o digital, alcançado todas as capitais e cidades com mais de cem mil habitantes. Isso representa sinal de mais qualidade e a custo inferior para as emissoras do campo público, atendendo a 63% da população brasileira.

Além de ampliar a cobertura dos canais, a RNTPD deverá oferecer também a infraestrutura necessária para a realização de serviços interativos. A plataforma única do sistema digital público transmitirá os sinais das TVs legislativas (Câmara e Senado), do Poder Executivo (NBR), do Judiciário (TV Justiça), a TV Pública Federal (TV Brasil), da própria EBC, e novas redes estatais previstas pelo decreto da TV Digital: Canal da Educação (MEC), Canal da Cultura (Minc) e Rede da Cidadania (Ministério das Comunicações).

Concorrência pública para a construção do operador único deveria ter sido realizada em 2010, mas acabou não sendo realizado por falta de verba e por problemas politicos no governo Dilma.

Fonte: Convergência Digital

TRINCHEIRA DO FACIOLI: Decreto torna mais rígidas as regras para concessã...

TRINCHEIRA DO FACIOLI: Decreto torna mais rígidas as regras para concessã...: O Ministério das Comunicações vai adotar novas regras para a concessão de rádios e televisões comerciais no País. As mudanças serão estabele...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Falta de consenso entre governo e indústria atrasa PPB do Ginga

Sem um acerto completo entre fabricantes de televisores e governo, acabou sendo novamente adiada a publicação da portaria com o Processo Produtivo Básico dos equipamentos que contempla um cronograma até que todos os equipamentos fabricados no país já saiam de fábrica com a incorporação do Ginga, a camada de programação voltada à interatividade na TV Digital.

Como ainda há expectativa de um acerto, uma nova meta é publicar o PPB nos próximos dias. O nó está no ponto de partida desse calendário. Em geral, chegar a 2014 com o Ginga incorporado é ponto pacífico. Mas as empresas tentam ainda empurrar um pouco o início desse processo.

“Tem uma reivindicação da indústria de que o prazo proposto no texto que passou por consulta pública, de que começasse a valer a partir de julho deste ano, fosse adiado, mas ainda estamos discutindo”, reconheceu o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, após o novo adiamento do PPB.

Originalmente, o governo propôs, em consulta pública, começar forte, com 75% dos aparelhos com Ginga a partir de julho deste ano. Esse percentual, porém, já mudou. O governo aceita que o primeiro passo inclua 50% dos televisores, mas resiste a adiar o prazo.

Os fabricantes, por outro lado, contra-argumentam com a proposta de que 20% dos televisores comecem a vir com o middleware de interatividade a partir de outubro. Sustentam que precisam mais tempo para se prepararem e ganharam apoio do governo do Amazonas – onde a maioria da indústria está.

“O ministro interino do MDIC, Alessandro Teixeira, mostrou-se solidário a questões colocadas como urgentes para o Amazonas, como a prorrogação do período de implantação do sistema Ginga nos televisores”, afirmou Omar Aziz. “Pedimos até outubro para que as empresas possam se adequar”, completou.

O governo, ciente de que ainda deve uma resposta mais eficiente ao programa de implantação da TV Digital e, especialmente, ao Ginga, parece disposto a encontrar um meio termo entre as duas posições. E há quem tema que, se as fabricantes levarem à questão ao Judiciário, nenhum cronograma sobreviva.

Por esse raciocínio, o ganho estaria em ser preservado o fim do calendário, com o Ginga em todos os aparelhos quando se aproximar o período de maiores vendas – as proximidades da Copa do Mundo de 2014. Falta encontrar um percentual entre 20% e 50% e um mês entre julho e outubro.

Fonte: Convergência Digital

domingo, 15 de janeiro de 2012

Poli cria sistema de medição de audiência para TV digital

Apesar de sua baixa penetração no país até agora, pode-se dizer que a TV digital já é uma realidade palpável para os brasileiros. O sistema, que começou suas transmissões em dezembro de 2007, hoje é utilizado por todas as emissoras da rede aberta, e já atinge metade da população nacional. A partir de junho de 2016, o sistema analógico será desligado. Entretanto, ainda não existe uma boa maneira de medir a audiência da TV digital – dado importante para o mercado publicitário e para a programação das emissoras.

Um estudo desenvolvido pela Escola Politécnica (Poli) da USP deu os primeiros passos nesse sentido, com um software que é capaz de coletar dados sobre os telespectadores do novo sistema. Atualmente, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) – responsável pelas medições de audiência – não realiza nenhum tipo de acompanhamento com as transmissões digitais.

O jornalista Valdecir Becker, que desenvolveu o estudo sob orientação do professor Marcelo Zuffo, como sua tese de Doutorado na Poli, defendida em 7 de junho de 2011, avalia que o sistema utilizado hoje pelo Ibope tem problemas. “Nenhum país usa tão poucos pontos de medição: são apenas 700 medidores na cidade de São Paulo, que verificam se a TV está ligada ou não, e em qual canal, baseado na frequência de sintonia deles”.

O Instituto ainda divide seus dados por classe social, idade e sexo, e cada ponto de sua medição equivale a 58 mil domicílios na cidade de São Paulo, o que na visão de Becker é pouco, considerando o número de habitantes do país. Entretanto, ele mesmo completa: “Não dá para dizer que não funciona, porque estatisticamente o modelo é correto, e o mercado o aceita bem”.

Porém, o método utilizado hoje pelo Ibope não valeria para a TV digital por dois motivos, na visão do pesquisador. “O primeiro problema é técnico: vários canais podem ser transmitidos em uma mesma frequência no sistema digital, como acontece, por exemplo, na TV Cultura em São Paulo, que exibe a Cultura, a Univesp TV e o Multicultura. O outro é mercadológico: hoje o anunciante precisa de mais dados sobre sua audiência – ele paga sobre a qualidade dos espectadores, e não sobre a quantidade”.

Segundo ele, a tecnologia utilizada no exterior também apresentaria falhas: “ela utiliza um sistema de comparação de luminosidade entre as telas do espectador e da emissora. A ideia é interessante, mas demora horas para ser processada, o que inviabilizaria o “minuto a minuto”, serviço instantâneo oferecido pelo Ibope”.

Fonte: UOL

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Governo prepara medidas para incrementar a TV digital

Preocupado com o andamento da implantação da TV digital no país, o governo prepara medidas para incrementar os trabalhos no intuído de garantir o cumprimento do cronograma, que prevê o desligamento do sinal analógico em 2016. Uma das providências será o relançamento do Comitê de Desenvolvimento da TV Digital, que não se reúne há três anos.

Segundo o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, esse comitê é o responsável pela definição de questões importantes, como a harmonização das normas, suítes de testes e ações da TV digital popular, que precisam ser retomadas. A expectativa é de que o fórum volte a deliberar de forma permanente para assegurar o sucesso da TV digital na Copa das Confederações e eleições municipais deste ano; na Copa do Mundo e nas eleições presidenciais de 2014.

Um dos temas de maior destaque a ser discutido é a definição de financiamento para as pequenas emissoras e retransmissoras, que não conseguem atender as exigências para ter acesso à linha de crédito ofertada hoje pelo BNDES, consigam crédito para comprar os equipamentos necessários para migração ao sistema digital. “Sem um projeto que contemple as pequenas empresas, muitas vezes com estrutura familiar, será difícil cumprir a data prevista do switch off”, avalia Barbosa.


Interatividade


Outra medida que deverá ser tomada nos próximos dias é a obrigatoriedade da inclusão do Ginga nos aparelhos de televisão fabricados no Brasil. Atualmente, nem todos os aparelhos saem de fábrica prontos para a interatividade. A expectativa é de que no próximo ano, 75% dos televisores já saiam das fábricas com o middleware de interatividade instalado por meio de Processo Produtivo Básico (PPB). Em 2013, esse percentual alcançaria 100% dos aparelhos.


Porém a popularização da TV digital requer uma política mais agressiva do governo em relação à comercialização subsidiada dos conversores (set-top box). A decisão anterior de que o mercado acabaria resolvendo a questão não se revelou eficiente, já que os aparelhos ainda são ofertados no mercado a preços proibitivos para a população de baixa renda.


Segundo André Barbosa, o país vai acompanhar de perto a segunda licitação do governo argentino para compra de perto de um milhão de conversores – no caso da Argentina, são equipamentos mídia center, que permitem acesso à internet -, que deve ter a participação de empresas brasileiras, para rediscutir a política a ser adotada aqui. Mas não há previsão de que esses equipamentos sejam distribuídos gratuitamente, como acontece na Argentina.

Fonte: Telesintese

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

TV mais interativa no Brasil a caminho

Tudo indica que as mudanças para a implementação de um sistema de TV Digital mais interativo começam a ser implantadas este ano. Diferentemente dos impasses ocorridos no ano passado, as novas propostas parecem buscar não só a inclusão digital bem como a disseminação de programas e-gov.

O Governo pretende investir forte não só no setor de produção de televisores com suporte a tecnologias mais modernas e interativas, como no desenvolvimento e recepção desse tipo de conteúdo para a nova plataforma. Prova dessa intenção, foi o documento encaminhado pelo Ministério das Comunicações no final do ano passado, informando que os novos aparelhos a serem produzidos na Zona Franca de Manaus já deverão vir equipados com o novo sistema, o Ginga.

Segundo dados do documento, a ferramenta permitirá a interatividade na TV digital brasileira, graças à publicação do Processo Produtivo Básico (PPB) colocado em consulta pública em outubro. O texto proposto pelo governo estabelecia ainda que, já este ano, cerca de 75% dos televisores produzidos na Zona Franca de Manaus com suporte a conectividade IP deveriam implementar o Ginga e não poderiam restringir o acesso das aplicações interativas ao canal de comunicação. Em 2013, a obrigatoriedade valeria assim para todos os televisores e conversores com conectividade IP.

A ideia é que o cronograma comece a valer em julho de 2012 e se estenda até 2014, quando se espera que 100% dos equipamentos de recepção de TV digital deverão ser interativos no padrão Ginga.

Outro detalhe a ser analisado é a de persistir a obrigatoriedade de todo equipamento com conectividade IP (TVs conectadas, smart TVs, conversores de TV a cabo) não restrinjam o acesso a aplicações interativas transmitidas pelo SBTVD. Principalmente aquelas objeto de editais para o financiamento da produção de programas interativos para TV Digital ligados aos serviços públicos, que também deverão ser analisados em reunião no dia 10 de janeiro.

É possível que esses editais contemplem aplicações interativas não HD, no formato de 420 linhas, para não comprometer a recepção e o uso por parte de donos de televisores de menos de 32 polegadas, sem conversor digital interativo embutido. Essas aplicações teriam que evoluir para o formato HD ao longo do tempo, acompanhando o cronograma do PPB.

O que já existe e as previsões para os próximos anos

Vale salientar que o sinal de TV digital no Brasil é transmitido por 49 geradoras licenciadas pelo Ministério das Comunicações, sediadas em 32 municípios, onde vivem 61,1 milhões de pessoas. A cobertura, com pelo menos um canal digital, equivale a mais de 30% da população do país.

Até o final de 2011, todas as 311 geradoras de TV espalhadas pelo País estavam consignadas e podiam transmitir em sinal digital. Destas, 223 já entraram com pedido de consignação no MiniCom. Além das 49 já licenciadas, outras 174 têm seus processos em tramitação. Após esta etapa obrigatória, as emissoras podem realizar transmissões digitais e analógicas, ao mesmo tempo, até que o sinal analógico seja definitivamente desligado, em 2016.

Este ano de 2012, o foco do MiniCom será nas retransmissoras (RTVs). Num universo de 5.722 mil RTVs, somente 58 entraram com processo de consignação no ministério. Mas até o final do ano, a estimativa do MiniCom é de que grande parte das consignações de retransmissão esteja concluída no que se refere à propagação do sinal de TV digital.

Fonte: Diário de Pernambuco

domingo, 8 de janeiro de 2012

China lança primeiro canal de TV 3D

A China lançou seu primeiro canal televisivo em 3D em uma base experimental. Operado pela China Central Television (CCTV) em conjunto com cinco estações locais, o canal requer aparelhos de TV em 3D ou HDTVs com conversores digitais.

Por enquanto, o canal transmite diariamente quase cinco horas de programação em 3D, sendo possível reprises de até duas vezes ao dia. Países como Japão, Coreia do Sul e Índia já lançaram serviços semelhantes. Já a China pretende lançar o novo canal junto à celebração do novo ano chinês.

Alguns chineses se mostraram otimistas com o novo canal. Outros preferem esperar os novos aparelhos 3D que não necessitam de óculos especiais. Os responsáveis pelas transmissões também revelaram que o novo serviço pode gerar um enorme lucro para a indústria se uma parte dos 500 milhões de aparelhos de TV da China forem trocados por unidades 3D.

Ao que tudo indica a tendência é que o 3D possa chegar com tudo ao mercado, não só na China como no mundo, visto que muitas empresas já estão investindo em televisões com essa tecnologia – com e sem óculos.

Fonte: BBC

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

LG lança TV com tela sensível ao toque

A LG lançou nesta semana a linha de televisores Pentouch TV, equipada com tela sensível ao toque. Para controlar o aparelho, é preciso usar canetas chamadas Magic Touch, que permitem que o usuário escreva ou desenhe na tela do televisor.

O modelo 60PZ850B tem tela de 60 polegadas com resolução Full HD, também exibe imagens em 3D, traz conversor digital integrado e vem com óculos 3D e canetas Magic Touch. O aparelho chega ao mercado por 5.999,00 reais. Já a escolha mais econômica, o modelo 50PT490B tem quase os mesmos recursos, exceto pela função 3D e tela menor (50 polegadas). O preço sugerido é de 2.699,00 reais.

Fonte: Redação IDG Now!