sexta-feira, 13 de julho de 2012

quarta-feira, 11 de julho de 2012

TV paga deverá ter receita de US$ 200 bilhões no mundo até 2017

A receita da TV paga em 80 países deve alcançar US$ 200 bilhões até 2017, segundo o levantamento da Digital TV Research divulgado nesta terça-feira, 10. Embora sejam US$ 23 bilhões a mais do que em 2011, o mercado mostrará desenvolvimento lento, crescendo apenas US$ 2 bilhões entre 2016 e 2017, de acordo com o Digital TV World Revenue Forecasts.

No total, o faturamento da TV paga crescerá apenas 13,5% até 2017, com queda no mercado norte-americano e com crescimento modesto na Europa Ocidental, com 3,5%. No entanto, a América Latina crescerá 57,5%, seguida pela Europa Oriental (48,5%) e Ásia-Pacífico (40,1%).

Sozinho, o Brasil vai dobrar no lucro, adicionando US$ 4,8 bilhões nesses seis anos, enquanto os Estados Unidos poderão ter menos US$ 1,2 bilhão na receita. Na visão do autor do estudo, Simon Murray, o Brasil será responsável, junto com os EUA, pelo alto faturamento do DTH, adicionando US$ 3,86 bilhões nos seis anos previstos e "praticamente dobrando seu total de lucro no processo", chegando a US$ 8,1 bilhões.

Neste mesmo período, os Estados Unidos deverão crescer US$ 3,1 bilhões, o que significa, segundo Murray, que os dois países deverão ser responsáveis por "quase a metade do lucro extra". No entanto, apesar da boa performance dos dois mercados, o DTH deverá declinar em 17 países na previsão do analista.

Segundo Murray, isso acontecerá por conta da competição forçando a diminuição da margem de lucro por consumidor. A tecnologia chegará em 2017 ao lucro de US$ 91 bilhões, contra US$ 76 bilhões em 2011. O padrão DTH deverá passar o faturamento do cabo analógico em 2015. Um ano antes, o mercado de TV a cabo por assinatura começará a declinar em 2014, com lucro caindo US$ 3,2 bilhões até 2017, atingindo o total de US$ 85 bilhões.

Operadoras, no entanto, poderão acabar faturando um pouco mais ao converter pacotes com ofertas combinadas para assinantes. Por sua vez, o cabo digital deverá crescer mais rapidamente do que o DTH, chegando a US$ 81 bilhões em 2017, um aumento de 32%. Ainda assim, 12 países, incluindo os Estados Unidos, deverão ver um declínio no faturamento.

O cabo analógico cairá ainda mais, saindo dos atuais US$ 23 bilhões para apenas US$ 4,1 bilhões daqui a seis anos, com a Índia responsável por metade do total. O IPTV deverá crescer de US$ 9,7 bilhões em 2011 para US$ 21,3 bilhões em 2017, com os EUA garantindo um terço desse total do mercado global daqui a seis anos.

Fonte: Teletime

segunda-feira, 2 de julho de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

Governo pode estender prazo para migração à TV digital

A data para o chamado "apagão analógico" está mantida e favorece canais de comunicação. Companhias de telecomunicações, por outro lado, se preocupam com a novidade, uma vez que desejam ampliar seus serviços de banda larga pelo analógico.

Nesta semana, em Brasília, durante o 26.º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, o ministro das Comunicações Paulo Bernardo sinalizou que a migração para o formato digital tem sido mais lenta que o esperado.

O ministro acrescentou a possibilidade de o governo tolerar as transmissões analógicas por mais tempo até que boa parte da população adquira conversores de sinal.

Segundo o jornal, setores de radiodifusão e companhias de telecomunicações disputam a frequência de 700 mega-hertz (Mhz), usando o modelo analógico de TV, com interesses de ampliar a rede de banda larga.

Em razão da pressão vinda dos dois grupos, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) avisou que a decisão sobre o caso não sairá ainda em 2012.
 
Fonte: Portal Imprensa

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O Mundo da Publicidade: Ibope aponta aumento de usuários na internet e pub...: O número de usuários ativos em casa ou no local de trabalho aumentou 4,2% em maio e chegou a 50,9 milhões de pessoas, segundo o IBOPE Niel...

domingo, 10 de junho de 2012

Ginga: A TV Digital com interatividade

Muitos não devem saber do que se trata a tecnologia Ginga, trata-se de um sistema de interatividade que começa a aparecer com mais frequência nos canais de TV Digital aberta.

Ginga é um middleware concebido originalmente pela PUC do Rio de Janeiro e a pela Universidade Federal da Paraíba e que tem como objetivo a possibilidade de implementar aplicações e recursos de interatividade para o nosso sistema de TV Digital baseado em tecnologia de código aberto.

No início da TV Digital no Brasil as fabricantes de TV’s não eram obrigadas a inserir o Ginga em seus equipamentos, só em meados de 2010 as especificações técnicas foram normalizadas pela ABNT.

Pelo que pudemos ver pelas páginas que visitamos, o visual até que é bastante elaborado e flexível. Porém as aplicações em si ainda são bem simples, limitando-se a funcionar apenas durante certos horários apresentando informações estáticas como resumo do programa, personagens, galeria de fotos, próximos capítulos etc.

Confira a aplicação funcionando nas principais emissoras:
Globo – Na imagem podemos perceber que a emissora apresenta os personagens da novela “Malhação”, galeria de fotos, e capítulos.

Record – Na imagem vemos os personagens de “Rei Davi” e ao lado um quiz.
Gazeta - implementou um serviço de meteorologia com previsões semanais…
Rede TV – Criou uma espécie de portal
SBT - adotou um formato semelhante ao da RedeTV!, também formado por um feed de notícias, tempo e temperatura,.
Assim como as primeiras páginas de programas da TV, os novos portais de Ginga ainda estão na sua infância, mas já mostram todo um potencial de desenvolvimento de produtos e serviços que pode até se popularizar à medida que mais TVs com Ginga cheguem ao mercado.
Adaptado do ZTOP