A fabricante de equipamentos sul-coreana Samsung anunciou nesta terça-feira (27) o lançamento do aplicativo Yahoo Finanças, que permite a consulta de dados financeiros através de suas SmartTVs, em português. Segundo comunicado da companhia, as TVs conectadas da Samsung já contam com mais de 250 aplicativos disponíveis mundialmente, entre eles o app bancário do Bradesco, no Brasil.
O aplicativo do Yahoo pode ser customizado para mostrar informações sobre ações, fundos, e taxas de câmbio, tanto do mercado local quanto global. O programa também permite a visualização de gráficos de tendências para análises financeiras.
A Samsung ainda não tem planos para lançar televisores embarcados com o midware Ginga, que permite a interatividade através do sinal digital de TV, sem necessidade de conexão com a internet. Segundo assessoria, a empresa aguarda regulamentação sobre o assunto pelo governo federal.
Fonte: Telesíntese
Este blog tem o objetivo de divulgar e discutir as questões relacionadas a TV Digital Interativa
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Governo realiza consulta pública sobre middleware para TV Digital
O Governo Federal, por meio dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, está promovendo, pelos próximos 15 dias, uma consulta pública acerca da inclusão do software público Ginga no Processo Produtivo Básico de televisores. Por enquanto, a proposta estabelece que 75% dos televisores com tela de LCD produzidos no Brasil já devem vir com o middleware Ginga instalado, com a progressão desse percentual para 100% em 2013.
O Ginga é um software que opera na camada intermediária (middleware) e permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital, independente da plataforma de hardware utilizada pelos fabricantes. O programa é escrito em código aberto, logo pode ser utilizado pelos fabricantes sem a necessidade do pagamento de direitos autorais.
O projeto do código foi desenvolvido em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Ginga é considerado um dos ambientes operativos mais modernos para executar aplicações de TV e IPTV que contemplem interatividade.
Fonte: Administradores
O Ginga é um software que opera na camada intermediária (middleware) e permite o desenvolvimento de aplicações interativas para a TV Digital, independente da plataforma de hardware utilizada pelos fabricantes. O programa é escrito em código aberto, logo pode ser utilizado pelos fabricantes sem a necessidade do pagamento de direitos autorais.
O projeto do código foi desenvolvido em parceria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O Ginga é considerado um dos ambientes operativos mais modernos para executar aplicações de TV e IPTV que contemplem interatividade.
Fonte: Administradores
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Brasil finaliza mais um treinamento sobre TV Digital
A Agência Nacional de Telecomunições (Anatel) realizou, entre os dias 19 e 23 de setembro, em Brasília, mais um encontro para tratar sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD). Na oportunidade, o Equador foi representado por cinco especialistas do Ministério das Telecomunicações, da Secretaria Nacional de Telecomunicações e da Superintendência de Telecomunicações daquele país, e ainda da Associação Equatoriana de Canais de Televisão.
A Agência, por meio da Assessoria Internacional (AIN), da Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa (SCM) e da Superintendência de Radiofrequência e Fiscalização (SRF), tem participado com o Ministério das Comunicações na divulgação do SBTVD para países em fase de adoção da tecnologia digital de televisão.
Sob a coordenação da Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, já foram realizados treinamentos similares para Chile, Peru, Venezuela e Uruguai. Para os próximos meses ainda está prevista a realização de treinamentos para outros países da América do Sul e África.
Durante o encontro, foram tratados de assuntos como regulamentação técnica e planejamento de canais, Redes de Frequência Única (SFN) e instalação de equipamentos, fundamentos do SBTVD, interatividade (padrão Ginga), certificação de equipamentos, exposição humana a campos eletromagnéticos nas faixas de radiofrequência, entre outros. Os equatorianos também visitaram o Ministério das Comunicações, a Torre de TV Digital, em Sobradinho (DF), as instalações da EBC e das emissoras da Câmara, do Senado e da Justiça em Brasília.
Fonte: Jornal do Brasil
A Agência, por meio da Assessoria Internacional (AIN), da Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa (SCM) e da Superintendência de Radiofrequência e Fiscalização (SRF), tem participado com o Ministério das Comunicações na divulgação do SBTVD para países em fase de adoção da tecnologia digital de televisão.
Sob a coordenação da Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, já foram realizados treinamentos similares para Chile, Peru, Venezuela e Uruguai. Para os próximos meses ainda está prevista a realização de treinamentos para outros países da América do Sul e África.
Durante o encontro, foram tratados de assuntos como regulamentação técnica e planejamento de canais, Redes de Frequência Única (SFN) e instalação de equipamentos, fundamentos do SBTVD, interatividade (padrão Ginga), certificação de equipamentos, exposição humana a campos eletromagnéticos nas faixas de radiofrequência, entre outros. Os equatorianos também visitaram o Ministério das Comunicações, a Torre de TV Digital, em Sobradinho (DF), as instalações da EBC e das emissoras da Câmara, do Senado e da Justiça em Brasília.
Fonte: Jornal do Brasil
Com TV digital, universidades apostam em cursos de animação
Com a popularização da televisão digital no Brasil, várias possibilidades surgem para quem quer trabalhar com animação, interatividade e recursos digitais. Iniciativas como o AnimaTV, projeto realizado com incentivo do Ministério da Cultura que exibia animações brasileiras no canal Brasil, e festivais como o Anima Mundi impulsionaram o desenvolvimento da animação brasileira. Para que tem interesse em trabalhar nesta área, algumas universidades oferecem cursos específicos para formar profissionais preparados para este mercado em expansão.
Diversas instituições de ensino oferecem graduação em cinema, como a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mas em se tratando do segmento animação, o ideal é procurar um curso específico, como os de Cinema de Animação, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Cinema de Animação e Artes Digitais (CAAD), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Durante os quatro anos de faculdade, o estudante tem uma formação na área de cinema, com foco nas técnicas de animação, como 2D, 3D e stop-motion. Já o eixo de artes digitais dá ênfase à produção a partir do computador e outras tecnologias. "Além de aulas sobre arte e suas tendências, os alunos também aprendem a fazer programação de códigos, que podem gerar obras interativas, passando ainda pelos jogos digitais, cada vez mais populares", comenta o coordenador do curso de Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG, Leonardo Vidigal.
Diretor de animação para cinema, televisão, publicidade e outros meios, artista multimídia, diretor de efeitos visuais, editor, diretor de projetos de visualização científica, diretor de projetos de games são algumas das funções para as quais essa graduação habilita. "A tendência é que, com a implantação da TV digital interativa, esse leque de opções aumente ainda mais. Também é possível constatar o crescimento significativo de editais de incentivo à produção cultural do gênero animação (Lei Rouanet e do Audiovisual). E, mais importante, a ampliação das políticas de reserva de mercado para a formatação de séries televisivas brasileiras nas TVs abertas e a cabo, que aumentam sensivelmente o campo de atuação de animadores", diz Vidigal.
Na UFMG, o curso tem a política de usar apenas software livre, sem estar atrelado a nenhuma companhia comercial de programas. Um dos mais usados é o Blender, para computação gráfica e composição de animação. A utilização de softwares e a manipulação de imagens e vídeos são vitais para um curso que lida constantemente com efeitos especiais e animação, mas é importante destacar a parte subjetiva dessa área, inerente a toda atividade ligada à criação. "A ideia é, em todos os percursos, possibilitar que os desenvolvam poéticas pessoais, articulando percepção, imaginação, memória, reflexão, sensibilidade e domínio da técnica, que inclui a tecnologia, mas não apenas ela", conclui Vidigal.
Fonte: Terra
Diversas instituições de ensino oferecem graduação em cinema, como a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mas em se tratando do segmento animação, o ideal é procurar um curso específico, como os de Cinema de Animação, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e Cinema de Animação e Artes Digitais (CAAD), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Durante os quatro anos de faculdade, o estudante tem uma formação na área de cinema, com foco nas técnicas de animação, como 2D, 3D e stop-motion. Já o eixo de artes digitais dá ênfase à produção a partir do computador e outras tecnologias. "Além de aulas sobre arte e suas tendências, os alunos também aprendem a fazer programação de códigos, que podem gerar obras interativas, passando ainda pelos jogos digitais, cada vez mais populares", comenta o coordenador do curso de Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG, Leonardo Vidigal.
Diretor de animação para cinema, televisão, publicidade e outros meios, artista multimídia, diretor de efeitos visuais, editor, diretor de projetos de visualização científica, diretor de projetos de games são algumas das funções para as quais essa graduação habilita. "A tendência é que, com a implantação da TV digital interativa, esse leque de opções aumente ainda mais. Também é possível constatar o crescimento significativo de editais de incentivo à produção cultural do gênero animação (Lei Rouanet e do Audiovisual). E, mais importante, a ampliação das políticas de reserva de mercado para a formatação de séries televisivas brasileiras nas TVs abertas e a cabo, que aumentam sensivelmente o campo de atuação de animadores", diz Vidigal.
Na UFMG, o curso tem a política de usar apenas software livre, sem estar atrelado a nenhuma companhia comercial de programas. Um dos mais usados é o Blender, para computação gráfica e composição de animação. A utilização de softwares e a manipulação de imagens e vídeos são vitais para um curso que lida constantemente com efeitos especiais e animação, mas é importante destacar a parte subjetiva dessa área, inerente a toda atividade ligada à criação. "A ideia é, em todos os percursos, possibilitar que os desenvolvam poéticas pessoais, articulando percepção, imaginação, memória, reflexão, sensibilidade e domínio da técnica, que inclui a tecnologia, mas não apenas ela", conclui Vidigal.
Fonte: Terra
sábado, 24 de setembro de 2011
Fabricantes de TV alegam que não há conteúdo para o Ginga
Os fabricantes de aparelhos de TV argumentam que a obrigatoriedade de instalação do middleware brasileiro - o Ginga - nos equipamentos, conforme proposta sob consulta pública dos ministérios da Ciência e Tecnologia (MCTI) e Desenvolvimento Industrial (MDIC), poderá trazer apenas um custo a mais para os clientes, visto que não existem conteúdos interativos disponíveis. "Nem as emissoras de TV nem as empresas públicas estão desenvolvendo conteúdos interativos que possam ser usados no Ginga", afirma executivo de um dos fabricantes.
Segundo ele, diferentes marcas de TV já vêm com o Ginga embargado, mas a indústria não divulga existir esta facilidade porque não foi feita a suíte de testes com o software, que permite assegurar a interoperabilidade dos sistemas. "Não sabemos se em cada geradora de TV o software para funcionar no aparelho de recepção", argumenta a fonte.
Para os fabricantes, o conteúdo interativo ainda não existe no Brasil porque não se encontrou o modelo de negócios que permita estimule o seu desenvolvimento. Da mesam forma, afirma, a TV no celular acabou não "pegando", e só existem hoje os aparelhos que captam sinais analógicos. Aqueles que captam sinais digitais são produzidos em pequena escala. Tanto que o governo diminuiu a obrigatoriedade de fabricação desses aparelhos, para 3% da produção total.
Zona Franca
O executivo explica também que não há qualquer ameaça da indústria em migrar para outras regiões do país, para a produção do aparelho de TV, hoje concentrada na Zona Franca de Manaus. Mas pode vir a ser uma decisão econômica. Hoje os aparelhos de TV já têm um custo mais elevado porque precisam carregar o sincronizador digital e analógico (equipamento que recebe os sinais de TV). Com a inclusão do Ginga, que também custa mais para os fabricantes (pois tem mais memória, processador, etc.) pode ser que esses aparelhos acabem ficando mais caros do que se eles fossem produzidos fora de Manaus, sem os benefícios de Manaus, mas também sem os custos associados. "Vamos ter que colocar Ginga e sincronizador digital para vender TV em cidades que só recebem o sinal analógico", afirma
Além disso, os fabricantes podem estimular não mais a venda do aparelho de TV mas do monitor de tela plana, que é fabricado conforme as regras da Lei de Informática (em todo o país) e poderia ser usado pelos telespectadores que têm TV por assinatura ou IPTV, o que poderia também ser um baque na produção de Manaus. Mas a consulta pública mal começou. Novas reações deverão vir na próxima semana.
Fonte: Telesíntese
Segundo ele, diferentes marcas de TV já vêm com o Ginga embargado, mas a indústria não divulga existir esta facilidade porque não foi feita a suíte de testes com o software, que permite assegurar a interoperabilidade dos sistemas. "Não sabemos se em cada geradora de TV o software para funcionar no aparelho de recepção", argumenta a fonte.
Para os fabricantes, o conteúdo interativo ainda não existe no Brasil porque não se encontrou o modelo de negócios que permita estimule o seu desenvolvimento. Da mesam forma, afirma, a TV no celular acabou não "pegando", e só existem hoje os aparelhos que captam sinais analógicos. Aqueles que captam sinais digitais são produzidos em pequena escala. Tanto que o governo diminuiu a obrigatoriedade de fabricação desses aparelhos, para 3% da produção total.
Zona Franca
O executivo explica também que não há qualquer ameaça da indústria em migrar para outras regiões do país, para a produção do aparelho de TV, hoje concentrada na Zona Franca de Manaus. Mas pode vir a ser uma decisão econômica. Hoje os aparelhos de TV já têm um custo mais elevado porque precisam carregar o sincronizador digital e analógico (equipamento que recebe os sinais de TV). Com a inclusão do Ginga, que também custa mais para os fabricantes (pois tem mais memória, processador, etc.) pode ser que esses aparelhos acabem ficando mais caros do que se eles fossem produzidos fora de Manaus, sem os benefícios de Manaus, mas também sem os custos associados. "Vamos ter que colocar Ginga e sincronizador digital para vender TV em cidades que só recebem o sinal analógico", afirma
Além disso, os fabricantes podem estimular não mais a venda do aparelho de TV mas do monitor de tela plana, que é fabricado conforme as regras da Lei de Informática (em todo o país) e poderia ser usado pelos telespectadores que têm TV por assinatura ou IPTV, o que poderia também ser um baque na produção de Manaus. Mas a consulta pública mal começou. Novas reações deverão vir na próxima semana.
Fonte: Telesíntese
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Governo publica consulta pública obrigando o Ginga na TV digital
O mercado de fabricação de aparelhos de TV digital está em polvorosa. Os Ministérios da Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio publicaram consulta pública mudando as regras de fabricação da TV digital, obrigando a instalação do middleware nacional, o Ginga. Segundo fontes do governo, a indústra, que retardou esta medida por alguns anos, é tão contrária à ideia que começa a fazer ameaças de parar a fabricação dos televisores em Manaus, e transferi-los para São Paulo, numa clara tentativa de querer colocar a bancada parlamentar da Amazônia contra o governo, para fazer com que ele desista desta iniciativa.
Sob o argumento de que vai encarecer o produto, os fabricantes - em sua maioria estrangeiros - não querem instalar o software nacional, uma das justificativas do governo do ex-presidente Lula para adotar o padrão japonês de TV digital. Os fabricantes não falam abertamente, mas entre as razões para esta resistência está o modelo de negócios embalado com a TV conectada. Isso porque, na IPTV, são os fabricantes de aparelhos que ganham com os programas interativos e, com a interativade da TV digital aberta, esse negócio sai do aparelho de TV e vai para o radiodifusor.
Mas os radiodifusores comerciais também não se mostram muito interessados com esta interatividade, até porque têm problemas maiores, pois não estão conseguindo avançar com a TV digital, que demanda altos investimentos. Não há nenhuma emissora realmente investindo em conteúdo interativo. E o governo, por sua vez, decidiu comprar essa briga porque convenceu-se que não dá mais para ampliar o legado de aparelhos de TV sem a interatividade. Já foram vendidos mais de 20 milhões de aparelhos de TV sem o Ginga, e essa base continua crescendo. "Sem o middleware nas TVs não há estímulo à produção de conteúdo", afirma fonte do governo.
A consulta pública ficará aberta para contribuições por 15 dias e estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional. Segundo o documento, todos os televisores terão que trazer o softwarte embargado a partir de 2013. Além disso, a proposta mexe também com as TVs conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou seja, a interantivade da TV aberta não poderá ser proibida de ser acessada pelas TVs fechadas.
Fonte: Telesintese
Sob o argumento de que vai encarecer o produto, os fabricantes - em sua maioria estrangeiros - não querem instalar o software nacional, uma das justificativas do governo do ex-presidente Lula para adotar o padrão japonês de TV digital. Os fabricantes não falam abertamente, mas entre as razões para esta resistência está o modelo de negócios embalado com a TV conectada. Isso porque, na IPTV, são os fabricantes de aparelhos que ganham com os programas interativos e, com a interativade da TV digital aberta, esse negócio sai do aparelho de TV e vai para o radiodifusor.
Mas os radiodifusores comerciais também não se mostram muito interessados com esta interatividade, até porque têm problemas maiores, pois não estão conseguindo avançar com a TV digital, que demanda altos investimentos. Não há nenhuma emissora realmente investindo em conteúdo interativo. E o governo, por sua vez, decidiu comprar essa briga porque convenceu-se que não dá mais para ampliar o legado de aparelhos de TV sem a interatividade. Já foram vendidos mais de 20 milhões de aparelhos de TV sem o Ginga, e essa base continua crescendo. "Sem o middleware nas TVs não há estímulo à produção de conteúdo", afirma fonte do governo.
A consulta pública ficará aberta para contribuições por 15 dias e estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional. Segundo o documento, todos os televisores terão que trazer o softwarte embargado a partir de 2013. Além disso, a proposta mexe também com as TVs conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou seja, a interantivade da TV aberta não poderá ser proibida de ser acessada pelas TVs fechadas.
Fonte: Telesintese
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
TV digital: Mercado vende aparelhos sem o selo DTV
O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (Fórum SBTVD) identificou a venda no Brasil de aparelhos para recepção de TV digital sem o selo DTV. O adesivo, presente em televisores, dispositivos móveis e conversores digitais, garante a conformidade dos produtos com os requisitos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
O selo DTV pode estar localizado na superfície do produto ou impresso nas embalagens, e atesta a excelência do desempenho dos equipamentos, de acordo com o padrão oficial de qualidade do Sistema Brasileiro de Televisão Digital.
Aparelhos sem o selo podem apresentar problemas na recepção e exibição do sinal de TV digital, restringindo a quantidade de canais disponíveis ou mesmo impedindo o processamento contínuo do sinal, o que pode provocar falhas e bloqueios na exibição.
Conforme levantamento realizado pelo Fórum SBTVD, a maior parte dos equipamentos sem o selo DTV é vendida pela internet. "O consumidor precisa prestar atenção a esse item na hora da compra para garantir satisfação e tranquilidade após a aquisição dos receptores de TV digital", adverte Dilson Funaro, vice-presidente do Fórum SBTVD.
Confira a relação de fabricantes autorizados a identificar produtos com o selo DTV: Antenas Castelo -AOC -Century-Ekotech-Elsys-H Buster-LG-Panasonic-Philips-Samsung-Semp Toshiba-Sony-Tec Toy-Tele System e Visiontec.
Fonte: Convergência Digital
O selo DTV pode estar localizado na superfície do produto ou impresso nas embalagens, e atesta a excelência do desempenho dos equipamentos, de acordo com o padrão oficial de qualidade do Sistema Brasileiro de Televisão Digital.
Aparelhos sem o selo podem apresentar problemas na recepção e exibição do sinal de TV digital, restringindo a quantidade de canais disponíveis ou mesmo impedindo o processamento contínuo do sinal, o que pode provocar falhas e bloqueios na exibição.
Conforme levantamento realizado pelo Fórum SBTVD, a maior parte dos equipamentos sem o selo DTV é vendida pela internet. "O consumidor precisa prestar atenção a esse item na hora da compra para garantir satisfação e tranquilidade após a aquisição dos receptores de TV digital", adverte Dilson Funaro, vice-presidente do Fórum SBTVD.
Confira a relação de fabricantes autorizados a identificar produtos com o selo DTV: Antenas Castelo -AOC -Century-Ekotech-Elsys-H Buster-LG-Panasonic-Philips-Samsung-Semp Toshiba-Sony-Tec Toy-Tele System e Visiontec.
Fonte: Convergência Digital
Tablet da Positivo aposta em conteúdo para se destacar
A Positivo Informática anunciou o primeiro tablet fabricado pela companhia, o Positivo Ypy. O dispositivo foi desenvolvido a partir de pesquisas com o brasileiro, desde o hardware e design ao sistema operacional totalmente em português. O equipamento chega ao mercado junto com aquilo que a companhia chama de Mundo Positivo, um conjunto de revistas e jornais nacionais, livros, filmes, jogos e aplicativos, como ferramentas de trabalho e redes sociais. Esse é, liás, um dos pontos pelos quais a empresa acredita que o produto psosa destacar, pois ele já sai de fábrica com mais de 50 aplicativos pré-instalados.
“Estudamos o comportamento do consumidor durante 20 meses para chegar a um produto 100% voltado ao brasileiro. Até o nome Positivo Ypy, que quer dizer primeiro em tupi-guarani, foi inspirado na língua dos primeiros habitantes do nosso País”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática.
A linha apresenta o Positivo Ypy 7 e o Positivo Ypy 10, em versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G. Uma das caracaterísticas do hardware do produto é sua tela capacitiva multitoque de alta resolução, adequada para o consumo de conteúdos digitais, especialmente livros, revistas e jornais, além de páginas da web. O teclado virtual também é em português, com teclas “ponto br” e cedilha. O produto conta ainda com sensor de movimentos (acelerômetro), que pode ser usado em jogos, e saída HDMI para que seja ligado à TV de LCD, além de suporte para uso de sites com Adobe Flash.
O Positivo Ypy 7 chega ao varejo na segunda quinzena de outubro, com preços sugeridos a partir de R$ 999.
Fonte: Istó É Dinheiro
“Estudamos o comportamento do consumidor durante 20 meses para chegar a um produto 100% voltado ao brasileiro. Até o nome Positivo Ypy, que quer dizer primeiro em tupi-guarani, foi inspirado na língua dos primeiros habitantes do nosso País”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Informática.
A linha apresenta o Positivo Ypy 7 e o Positivo Ypy 10, em versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G. Uma das caracaterísticas do hardware do produto é sua tela capacitiva multitoque de alta resolução, adequada para o consumo de conteúdos digitais, especialmente livros, revistas e jornais, além de páginas da web. O teclado virtual também é em português, com teclas “ponto br” e cedilha. O produto conta ainda com sensor de movimentos (acelerômetro), que pode ser usado em jogos, e saída HDMI para que seja ligado à TV de LCD, além de suporte para uso de sites com Adobe Flash.
O Positivo Ypy 7 chega ao varejo na segunda quinzena de outubro, com preços sugeridos a partir de R$ 999.
Fonte: Istó É Dinheiro
terça-feira, 20 de setembro de 2011
TV Digital: SBT oferece interatividade 24h por dia
Em uma parceira com a Totvs, o SBT anunciou que desde segunda-feira é a primeira emissora a ter interatividade nas transmissões digitais durante 24 horas. Segundo a emissora, o serviço se destaca por ter um modelo diferente do que é utilizado por outras emissoras, como a Globo e a Band, que limitam a interatividade a programas específicos.
O portal conta com conteúdos independentes da programação, como notícias, uma ferramenta para seguir no Twitter os talentos da casa, uma loja virtual, enquetes e jogos (quiz). O portal pode ter conteúdo sincronizado com a programação do canal, mas sem tirar do ar o restante do conteúdo. A interatividade relacionada ao programa em exibição aparece, nestes casos, como mais um item do portal.
Segundo o diretor de rede e assuntos regulatórios do SBT, Roberto Franco, o portal está sendo aperfeiçoado para permitir que o espectador tenha o seu próprio Twitter na página. Além disso, a loja virtual, criada em parceria com o Submarino, permitirá fazer transações diretamente da TV, no caso dos televisores com canal de retorno. Por enquanto, a transação precisa ser finalizada por telefone ou com um computador.
Fonte: Tela Viva
O portal conta com conteúdos independentes da programação, como notícias, uma ferramenta para seguir no Twitter os talentos da casa, uma loja virtual, enquetes e jogos (quiz). O portal pode ter conteúdo sincronizado com a programação do canal, mas sem tirar do ar o restante do conteúdo. A interatividade relacionada ao programa em exibição aparece, nestes casos, como mais um item do portal.
Segundo o diretor de rede e assuntos regulatórios do SBT, Roberto Franco, o portal está sendo aperfeiçoado para permitir que o espectador tenha o seu próprio Twitter na página. Além disso, a loja virtual, criada em parceria com o Submarino, permitirá fazer transações diretamente da TV, no caso dos televisores com canal de retorno. Por enquanto, a transação precisa ser finalizada por telefone ou com um computador.
Fonte: Tela Viva
Governo quer obrigar interatividade nos TVs
Insatisfeito com a baixa adoção do DTVi (antigo Ginga), o middleware brasileiro de interatividade na TV digital, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, revelou que poderá obrigar, através de uma portaria, os fabricantes de TV a adotarem o sistema. O Ministério, segundo ele, aguarda as contribuições dos ministérios de Desenvolvimento e de Ciência & Tecnologia sobre o assunto. Ao participar do congresso da ABTA, em São Paulo, Bernardo revelou que existe a possibilidade de ser criada uma nova versão do Processo Produtivo Básico (PPB), utilizado pelas indústrias de Manaus, para fabricação de televisores com interatividade.
Desde que o Ginga foi criado, em 2008, sua adoção tanto pelos fabricantes de equipamentos quanto pelas emissoras de ainda não aconteceu de forma massiva. Pelas contas da indústria, haveria pouco mais de 1 milhão de aparelhos com o middleware embarcado. Sony e Philips são os únicos fabricantes que adotaram o recurso em todos os seus TVs. Entre as emissoras, somente Globo e SBT têm feito experiências com interatividade nas transmissões, mas ainda não existe um modelo de negócio que torne seu uso comercialmente viável.
Há quem acredite que o Brasil perdeu a janela de oportunidade para incluir interatividade na TV digital. Isso porque, enquanto a adoção do Ginga patina, cresce a passos largos a penetração das TVs conectadas. Esses dispositivos têm acesso à internet e sistemas operacionais próprios, que permitem ao usuário acessar as principais aplicações da web (redes sociais, YouTube e outras) pela tela de TV.
FONTE: Home Theater & Casa Digital (com informações do Tela Viva)
Desde que o Ginga foi criado, em 2008, sua adoção tanto pelos fabricantes de equipamentos quanto pelas emissoras de ainda não aconteceu de forma massiva. Pelas contas da indústria, haveria pouco mais de 1 milhão de aparelhos com o middleware embarcado. Sony e Philips são os únicos fabricantes que adotaram o recurso em todos os seus TVs. Entre as emissoras, somente Globo e SBT têm feito experiências com interatividade nas transmissões, mas ainda não existe um modelo de negócio que torne seu uso comercialmente viável.
Há quem acredite que o Brasil perdeu a janela de oportunidade para incluir interatividade na TV digital. Isso porque, enquanto a adoção do Ginga patina, cresce a passos largos a penetração das TVs conectadas. Esses dispositivos têm acesso à internet e sistemas operacionais próprios, que permitem ao usuário acessar as principais aplicações da web (redes sociais, YouTube e outras) pela tela de TV.
FONTE: Home Theater & Casa Digital (com informações do Tela Viva)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
GVT TV chega com pacotes HD a partir de R$ 59,90
Apostando na oferta HD desde o pacote de entrada e em uma solução híbrida, que combina broadcast de programação linear via DTH e conteúdos on demand e interativos em cima da banda larga (por IPTV), a GVT lançou nesta quinta-feira, 15, seu serviço de TV por assinatura GVT TV. O desenho do produto consumiu 14 meses de trabalho, 12 dos quais dedicados principalmente ao empacotamento dos canais, ponto-chave na estratégia da operadora.
São 140 canais, dos quais mais de 30 em alta definição. Como adiantado por este noticiário, mesmo o pacote de entrada da GVT TV terá pelo menos cinco canais pagos em HD. São três pacotes: Super HD, com 26 canais pagos, sendo cinco HD, a R$ 59,90; Ultra HD, com 45 canais pagos, sendo nove HD, a R$ 89,90; e Ultimate HD, com 72 canais pagos, sendo 14 HD, a R$ 129,90. Às duas primeiras ofertas podem ser adicionados ainda, por R$ 19,90 cada, os pacotes de esportes (com canais como ESPN HD, ESPN Brasil, Esporte Interativo e BandSports), e de canais internacionais (com canais como NHK, SIC Internacional, RAI e TV5 Monde), ambos já incluídos no Ultimate HD. Os canais Globosat estão disponíveis desde o pacote básico.
Os canais Telecine e HBO poderão ser adicionados a qualquer um dos três pacotes. Para ter todos os canais Telecine, o assinante pagará R$ 39,90 ao mês; e para receber os canais HBO, deverá desembolsar outros R$ 34,90 mensais. Os preços incluem os canais HD das duas redes. É interessante destacar a estratégia da GVT de contratar dos programadores apenas os canais HD (no caso daqueles que têm a mesma programação em HD e SD). “Isso foi possível porque os decodificadores HD têm a capacidade de fazer eles próprios a conversão para standard definition para televisores sem alta definição”, explica o diretor de marketing e produtos da GVT, Ricardo Sanfelice.
Assim como acontece em outras operadoras, o assinante poderá contratar canais à la carte como Premiere FC, Combate e Sexy Hot.
Para a recepção de canais abertos, os set-top boxes terão conversor do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre integrado, para capar o sinal aberto. “Assim, nas praças onde o sinal digital já está disponível, o assinante poderá receber os canais abertos em alta definição. Além disso, os sinais dos canais abertos também estão sendo carregados no satélite em SD”, detalha o head de TV por assinatura da GVT, Dante Campagno. O modelo já é adotado pela Sky e pela Via Embratel.
A GVT TV fechou um contrato de 10 anos com a Intelsat para o uso do satélite Galaxy 11, deslocado da África para a posição 55,5 º W para atender à operadora no Brasil. O satélite, no total, tem 16 transponders em banda Ku, dos quais a GVT tem autorizados 10 transponders na Anatel.
Fonte: Teletime
São 140 canais, dos quais mais de 30 em alta definição. Como adiantado por este noticiário, mesmo o pacote de entrada da GVT TV terá pelo menos cinco canais pagos em HD. São três pacotes: Super HD, com 26 canais pagos, sendo cinco HD, a R$ 59,90; Ultra HD, com 45 canais pagos, sendo nove HD, a R$ 89,90; e Ultimate HD, com 72 canais pagos, sendo 14 HD, a R$ 129,90. Às duas primeiras ofertas podem ser adicionados ainda, por R$ 19,90 cada, os pacotes de esportes (com canais como ESPN HD, ESPN Brasil, Esporte Interativo e BandSports), e de canais internacionais (com canais como NHK, SIC Internacional, RAI e TV5 Monde), ambos já incluídos no Ultimate HD. Os canais Globosat estão disponíveis desde o pacote básico.
Os canais Telecine e HBO poderão ser adicionados a qualquer um dos três pacotes. Para ter todos os canais Telecine, o assinante pagará R$ 39,90 ao mês; e para receber os canais HBO, deverá desembolsar outros R$ 34,90 mensais. Os preços incluem os canais HD das duas redes. É interessante destacar a estratégia da GVT de contratar dos programadores apenas os canais HD (no caso daqueles que têm a mesma programação em HD e SD). “Isso foi possível porque os decodificadores HD têm a capacidade de fazer eles próprios a conversão para standard definition para televisores sem alta definição”, explica o diretor de marketing e produtos da GVT, Ricardo Sanfelice.
Assim como acontece em outras operadoras, o assinante poderá contratar canais à la carte como Premiere FC, Combate e Sexy Hot.
Para a recepção de canais abertos, os set-top boxes terão conversor do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre integrado, para capar o sinal aberto. “Assim, nas praças onde o sinal digital já está disponível, o assinante poderá receber os canais abertos em alta definição. Além disso, os sinais dos canais abertos também estão sendo carregados no satélite em SD”, detalha o head de TV por assinatura da GVT, Dante Campagno. O modelo já é adotado pela Sky e pela Via Embratel.
A GVT TV fechou um contrato de 10 anos com a Intelsat para o uso do satélite Galaxy 11, deslocado da África para a posição 55,5 º W para atender à operadora no Brasil. O satélite, no total, tem 16 transponders em banda Ku, dos quais a GVT tem autorizados 10 transponders na Anatel.
Fonte: Teletime
Interatividade marca TV do Futuro
Se, em maio de 2009, a revista "Technology Review", publicada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), listou a televisão social entre as dez tecnologias mais promissoras, em agosto deste ano, a mesma lista incluiu um software de compressão de vídeo que melhora a transmissão de grandes quantidades de dados pela internet e diminui o tempo de resposta de programas baseados na nuvem.
Uma pesquisa, divulgada na semana passada pela empresa de consultoria Accenture, ouviu consumidores de diversos países e aponta três tendências: o consumo de vídeos online já é um padrão estabelecido e só tende a crescer, esse consumo não deve substituir a televisão - os dois conteúdos vão se complementar - e os usuários esperam ter na web a mesma qualidade de produção que a TV oferece.
Junte essas demandas às tecnologias destacadas como promessas pelo MIT e tem-se algo próximo ao que o que o consumidor já espera que seja a "TV do futuro": interatividade mesclada a programas e liberdade na escolha da programação e da plataforma onde ela será assistida.
Segundo Renato Improta, executivo sênior de mídia e tecnologia da Accenture, um exigente mercado consumidor está em formação: "Da tela para trás, o consumidor nem quer perceber como a interação se dá, mas, da tela para frente, ele quer ter controle e facilidade para assistir a qualquer programa, seja ele transmitido pelas antenas das emissoras ou via streaming online, em qualquer um de seus aparelhos - smart TV, console, computador, tablet e smartphone".
Assim, as palavras da vez são: liberdade (para escolher a programação sem depender da emissora) e interatividade com outros usuários e com o programa.
Fonte: IG
Uma pesquisa, divulgada na semana passada pela empresa de consultoria Accenture, ouviu consumidores de diversos países e aponta três tendências: o consumo de vídeos online já é um padrão estabelecido e só tende a crescer, esse consumo não deve substituir a televisão - os dois conteúdos vão se complementar - e os usuários esperam ter na web a mesma qualidade de produção que a TV oferece.
Junte essas demandas às tecnologias destacadas como promessas pelo MIT e tem-se algo próximo ao que o que o consumidor já espera que seja a "TV do futuro": interatividade mesclada a programas e liberdade na escolha da programação e da plataforma onde ela será assistida.
Segundo Renato Improta, executivo sênior de mídia e tecnologia da Accenture, um exigente mercado consumidor está em formação: "Da tela para trás, o consumidor nem quer perceber como a interação se dá, mas, da tela para frente, ele quer ter controle e facilidade para assistir a qualquer programa, seja ele transmitido pelas antenas das emissoras ou via streaming online, em qualquer um de seus aparelhos - smart TV, console, computador, tablet e smartphone".
Assim, as palavras da vez são: liberdade (para escolher a programação sem depender da emissora) e interatividade com outros usuários e com o programa.
Fonte: IG
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Intercom: TV digital interativa no Brasil foi apenas um sonho
Falta de incentivos e impossibilidade de um diálogo que se chegasse a um produto final condenou a TV digital interativa brasileira ao limbo. Esse foi um dos consensos do debate sobre políticas públicas para mídias digitais e interativas que aconteceram no último do Intercom, na Universidade Católica de Pernambuco. Para Carlos Ferraz, diretor do C.E.S.A.R. e professor do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, faltou atrativos. “Ficamos brincando de fazer protótipos e não imaginamos um produto que fosse atrativo, interessante para o público”.
A ideia que se tinha durante as primeiras conversas para se chegar à TV interativa era de uma participação direta da audiência nos programas. As pessoas poderiam interagir com os programas, fazer escolhas, entre outros recursos. No Brasil, assim como no resto do mundo, esse conceito de interatividade foi perdendo força. “Perdemos uma ótima oportunidade de avançar nesse campo”, disse Ferraz, que ainda afirmou que a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) e a Rede Globo também fizeram o possível para que o modelo não fosse adiante.
No vácuo da falta de uma TV interativa, as empresas lançaram seus próprios produtos, as chamadas “TVs conectadas”. Sony, LG, Samsung, entre outras já trabalham seus televisores inteligentes. São aparelhos ligados à internet com acesso à aplicativos. “Isso não pode ser chamado de interatividade. A usabilidade é ruim e novamente não tem atrativos. O telespectador continua com uma experiência ruim e estão chamando de interação a possibilidade de ver vídeos do YouTube em uma tela de 40 polegadas. É muito pouco”, disse. Para ele, não adianta trazer o que funciona na web para a TV.
Ferraz diz que o futuro pode trazer boas novidades nesse campo. Tecnologias de percepção de movimentos como o Kinect podem dar a usabilidade ideal para interagir com o televisor. Mas, o principal desafio é mesmo a capacitação. “Temos que trabalhar em conjunto com diversas áreas”.
Cosette Castro, da Universidade Católica de Brasília e especialista em TV digital disse o assunto “interatividade” encontra-se parado, mas existem perspectivas de melhora. “Foi feito um investimento de R$ 10 milhões para o Ginga Brasil para projetos envolvendo TVs públicas, inclusão digital e universidades”. Ginga é o nome do software aberto utilizado no Sistema Brasileiro de TV Digital. Até hoje o sistema não empolgou desenvolvedores e segue pouco utilizado.
Fonte: MundoBit
A ideia que se tinha durante as primeiras conversas para se chegar à TV interativa era de uma participação direta da audiência nos programas. As pessoas poderiam interagir com os programas, fazer escolhas, entre outros recursos. No Brasil, assim como no resto do mundo, esse conceito de interatividade foi perdendo força. “Perdemos uma ótima oportunidade de avançar nesse campo”, disse Ferraz, que ainda afirmou que a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) e a Rede Globo também fizeram o possível para que o modelo não fosse adiante.
No vácuo da falta de uma TV interativa, as empresas lançaram seus próprios produtos, as chamadas “TVs conectadas”. Sony, LG, Samsung, entre outras já trabalham seus televisores inteligentes. São aparelhos ligados à internet com acesso à aplicativos. “Isso não pode ser chamado de interatividade. A usabilidade é ruim e novamente não tem atrativos. O telespectador continua com uma experiência ruim e estão chamando de interação a possibilidade de ver vídeos do YouTube em uma tela de 40 polegadas. É muito pouco”, disse. Para ele, não adianta trazer o que funciona na web para a TV.
Ferraz diz que o futuro pode trazer boas novidades nesse campo. Tecnologias de percepção de movimentos como o Kinect podem dar a usabilidade ideal para interagir com o televisor. Mas, o principal desafio é mesmo a capacitação. “Temos que trabalhar em conjunto com diversas áreas”.
Cosette Castro, da Universidade Católica de Brasília e especialista em TV digital disse o assunto “interatividade” encontra-se parado, mas existem perspectivas de melhora. “Foi feito um investimento de R$ 10 milhões para o Ginga Brasil para projetos envolvendo TVs públicas, inclusão digital e universidades”. Ginga é o nome do software aberto utilizado no Sistema Brasileiro de TV Digital. Até hoje o sistema não empolgou desenvolvedores e segue pouco utilizado.
Fonte: MundoBit
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Telebras quer fornecer infraestrutura para TV pública digital
A estatal Telebras sinalizou, em debate sobre telecomunicações nesta segunda-feira (5), que pretende participar da transmissão da TV pública digital no Brasil, com a finalidade de fornecer infraestrutura. As informações são do site do jornal O Globo.
O anúncio foi feito pelo consultor financeiro da estatal, Fabrício Limoeiro, em uma conversa que contou também com o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez. A intenção da reunião era analisar as metas de expansão da banda larga no país e os principais desafios para alcançá-la.
"Estamos estudando alternativas. A Telebras pode contribuir com a infraestrutura para incentivar o acesso de conteúdo à mídia televisiva no país", disse Limoeiro.
Responsável pela implantação do Plano Nacional de Banda Larga (Pnbl), que visa universalizar o acesso à internet de alta velocidade, a Telebras pretende, também, usar sua fibra ótica para digitalizar a transmissão da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).
A empresa estatal, responsável pelos canais federais de televisão, engloba a TV Brasil, TV Senado, TV Câmara e TV Justiça, além dos futuros Canal da Cidadania e Canal da Educação. A previsão é que, em quatro anos, até 4.300 mil cidades sejam alcançadas por essa parceria.
Fonte: Portal da Imprensa
O anúncio foi feito pelo consultor financeiro da estatal, Fabrício Limoeiro, em uma conversa que contou também com o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Cezar Alvarez. A intenção da reunião era analisar as metas de expansão da banda larga no país e os principais desafios para alcançá-la.
"Estamos estudando alternativas. A Telebras pode contribuir com a infraestrutura para incentivar o acesso de conteúdo à mídia televisiva no país", disse Limoeiro.
Responsável pela implantação do Plano Nacional de Banda Larga (Pnbl), que visa universalizar o acesso à internet de alta velocidade, a Telebras pretende, também, usar sua fibra ótica para digitalizar a transmissão da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).
A empresa estatal, responsável pelos canais federais de televisão, engloba a TV Brasil, TV Senado, TV Câmara e TV Justiça, além dos futuros Canal da Cidadania e Canal da Educação. A previsão é que, em quatro anos, até 4.300 mil cidades sejam alcançadas por essa parceria.
Fonte: Portal da Imprensa
Conversor compatível com Ginga é destaque da Visiontec
A Visiontec, fabricante de equipamentos e aparelhos para TV, entre seus produtos da linha de broadcast dá destaque para o conversor VT7200E, que sintoniza canais do padrão de interatividade ISDB-T. O aparelho dá a oportunidade para o telespectador interagir com a programação das emissoras que já possuem o recurso.
Além disso, o conversor possui a função PVR (Personal Video Recorder), que possibilita gravar a programação disponível que desejar. O VT7200E está integrado ao StickCenter, ferramenta desenvolvida pela TOTVS, que tem a função de TV conectada permitindo ao telespectador o acesso a informações e entretenimento, como notícias, previsão do tempo, jogos, etc.
O aparelho tem o recurso de rede sem fio wi-fi que possibilita acessar a internet sem a necessidade de ter o cabo de rede conectado ao produto. “Trata-se da segunda versão de conversores produzidos pela empresa, tendo como diferencial a compatibilidade total com o GINGA (middleware padrão do Sistema Brasileiro de TV Digital), que possibilita acesso a diversos serviços e aplicações interativas”, comenta Ricardo Minari, diretor de negócios e tecnologia da Visiontec.
Sobre a Visiontec- Empresa com mais de 18 anos de atuação no mercado de broadcast, desenvolvem e fabricam antenas parabólicas, receptores analógicos e digitais para sintonia de canais de TV. As unidades fabris da Visiontec estão localizadas em Manaus, no Amazonas e também em Jacareí, no interior de São Paulo. A Visiontec possui abrangência nacional através de sua extensa rede de distribuidores presentes em todos os estados do Brasil e Distrito Federal.
Saiba mais sobre a Visiontec: http://www.visiontec.com.br/
Fonte: Portal Nacional de Seguras
Além disso, o conversor possui a função PVR (Personal Video Recorder), que possibilita gravar a programação disponível que desejar. O VT7200E está integrado ao StickCenter, ferramenta desenvolvida pela TOTVS, que tem a função de TV conectada permitindo ao telespectador o acesso a informações e entretenimento, como notícias, previsão do tempo, jogos, etc.
O aparelho tem o recurso de rede sem fio wi-fi que possibilita acessar a internet sem a necessidade de ter o cabo de rede conectado ao produto. “Trata-se da segunda versão de conversores produzidos pela empresa, tendo como diferencial a compatibilidade total com o GINGA (middleware padrão do Sistema Brasileiro de TV Digital), que possibilita acesso a diversos serviços e aplicações interativas”, comenta Ricardo Minari, diretor de negócios e tecnologia da Visiontec.
Sobre a Visiontec- Empresa com mais de 18 anos de atuação no mercado de broadcast, desenvolvem e fabricam antenas parabólicas, receptores analógicos e digitais para sintonia de canais de TV. As unidades fabris da Visiontec estão localizadas em Manaus, no Amazonas e também em Jacareí, no interior de São Paulo. A Visiontec possui abrangência nacional através de sua extensa rede de distribuidores presentes em todos os estados do Brasil e Distrito Federal.
Saiba mais sobre a Visiontec: http://www.visiontec.com.br/
Fonte: Portal Nacional de Seguras
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