O governo perdeu a paciência com os fabricantes de televisores, que negociavam um cronograma para equipar os aparelhos com o Ginga, software que garante a interatividade na transmissão da TV digital. As regras foram publicadas ontem no Diário Oficial da União. A partir de 2013, 75% das TVs de tela fina produzidas no País terão de sair de fábrica com o Ginga.
Apesar de a indústria ter sido pega de surpresa, Virgilio Almeida, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, afirmou que o setor privado foi consultado, tendo participado até de um seminário em Brasília, em agosto de 2011. 'Na realidade, os prazos e porcentuais iniciais foram flexibilizados', disse Almeida.
Segundo a portaria, os fabricantes de TVs estão dispensados de incluir o software nos aparelhos produzidos neste semestre e, de julho a dezembro, a instalação do sistema é opcional. Em 2014, ano da Copa do Mundo, 90% dos televisores de tela fina fabricados no Brasil terão de contar com o software. O Ginga é o único componente desenvolvido no Brasil do chamado sistema nipo-brasileiro de TV digital.
A decisão do governo não contemplou o pleito da indústria, que propunha um ritmo mais lento na implantação do software interativo nas TVs.
Em janeiro, Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), disse ao Estado que o cronograma proposto pela entidade era incluir o Ginga em 10% das TVs conectadas, com acesso à internet, a partir de outubro deste ano, subir esse índice para 50% em janeiro de 2013 e atingir 95% em 2014.
Na época, o governo queria incluir 30% do Ginga em todas as TVs de tela fina em julho deste ano, ampliar esse índice para 60% em 2013 e atingir 90% em 2014. A indústria considerou esse cronograma inadequado, uma vez que o teste para validar o uso do software só será concluído no fim de setembro.
Além disso, como não havia obrigatoriedade de instalação do software nos aparelhos e nos transmissores do sinal digital, de acordo com a norma 15.606 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata sobre a TV digital, metade das indústrias não se preparou para isso, especialmente as nacionais. A norma foi acertada no âmbito do Fórum da TV Digital, do qual participaram indústrias, governo, emissoras e idealizadores do software.
Justiça. O temor de que a obrigação de instalação do software já valesse já partir de julho deste ano fez com que representantes de dez indústrias concluíssem em janeiro que a saída seria questionar a medida na Justiça.
Ontem, procurada pelo Estado, a Eletros não quis se pronunciar sobre a decisão do governo. A entidade tem reunião marcada para discutir a questão no dia 6 de março.
Samsung, LG e Philips informaram que vão seguir as exigências do governo. A Semp Toshiba não retornou as ligações
Fonte: Estadão
Este blog tem o objetivo de divulgar e discutir as questões relacionadas a TV Digital Interativa
domingo, 26 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Ginga acirra impasse entre indústria e governo
No início do mês de fevereiro, a coluna da jornalista Ana Paula Lobo, no site convergência digital apresentou as reivindicações dos fabricantes de equipamentos para que o percentual obrigatório do middleware Ginga nos receptores ficasse em apenas 10% dos novos equipamentos e que essa regra entrasse em vigor apenas a partir de outubro.
O que a nota não traz, no entanto, é a intensa discussão que se acirra nos bastidores sobre a presença obrigatória da parte declarativa na implementação. Os fabricantes afirmam, como pode ser acompanhando na nota, que os testes ainda não foram concluídos. Porém, muitos afirmam existir uma forte pressão da indústria de software para adotar uma solução puramente Java em função de acordos comerciais que não beneficiarão o usuário final, tanto em qualidade quanto no custo dos equipamentos.
Fonte: http://telecom.cesjf.br/node/22604
O que a nota não traz, no entanto, é a intensa discussão que se acirra nos bastidores sobre a presença obrigatória da parte declarativa na implementação. Os fabricantes afirmam, como pode ser acompanhando na nota, que os testes ainda não foram concluídos. Porém, muitos afirmam existir uma forte pressão da indústria de software para adotar uma solução puramente Java em função de acordos comerciais que não beneficiarão o usuário final, tanto em qualidade quanto no custo dos equipamentos.
Fonte: http://telecom.cesjf.br/node/22604
Convergência da TV com a internet promete nova revolução
Quando a TV a cabo chegou ao Brasil, a pobreza de opções da TV aberta ficou evidente. A convergência da televisão com a internet, caminhando a passo acelerado, promete fazer o mesmo com o menu da TV paga.
Mas não é só questão de quantidade de opções. Estamos falando de outra maneira de ver televisão. O que era passivo, preso às grades das emissoras, vira ativo, e pode se ver o que quiser, na hora em que bem entender. Sem falar que a TV vira também um centro de mídia para ouvir suas músicas, rádios online, ver fotos, clipes, jogar games, etc. Há algumas maneiras de se começar a ver TV assim. A mais cara é a SmartTV (TV com internet).
Seus modelos mais baratos e menores (32 polegadas) não saem por menos de R$ 1.500. Outra opção é acessar a web através de um console de jogos. Um pouco mais barato, mas ainda assim na faixa de R$ 700. E ocupam espaço com sua caixa e controles. A opção mais prática e econômica para levar a internet para sua TV (que não seja ligar seu computador direto no televisor) é uma categoria de produtos ainda pouco difundida no Brasil: os set-top boxes ou digital media receivers.
Abrange uma variedade de módulos que ligamos na TV para canalizar conteúdo digital para nossos receptores. "Set-top box" significa, literalmente, "caixa que vai em cima do aparelho". O termo é usado nos EUA há décadas para qualquer tipo de conversor para a televisão, desde os heroicos transformadores de sinal UHF. Para os três aparelhos testados (Apple TV, Boxee Box e Seagate GoFlex TV), lançados recentemente no Brasil, a especificação digital media receiver (ou media streamer ou digital media hub) faz mais sentido.
Os aparelhos vêm com aplicativos próprios (por exemplo, YouTube, Picasa, Netflix) ou podem acessar conteúdo do seu computador, smartphone e tablet. Mas, se tudo isso parece bom, ainda precisa melhorar muito para que o consumidor brasileiro possa usufruir dessa tecnologia como se deve.
Primeiro, porque o media receiver depende de uma boa conexão de banda larga (pelo menos 10 Mbps). Segundo, porque por aqui a oferta de aplicativos e serviços pensados para a convergência entre internet e TV ainda é pequena (nem Google TV temos ainda). PRODUTOS APPLE TV Preço: R$ 399 (sugerido) Se o fato de se fechar num sistema não chega a ser um problema em produtos da Apple como iPad ou iPhone, com a Apple TV esse não é o caso. A razão de ser de um media center é o conteúdo e aqui o usuário está restrito ao que há no iTunes e a alguns aplicativos como YouTube, Netflix e Vimeo.
Admita-se, não é exatamente pouco. Mas, quando se pensa no tanto a mais que existe na web (em formatos que o iTunes não lê), ou mesmo em pen drives e HDs da sua casa (que não podem ser ligados por causa da falta de entrada USB), as limitações ficam evidentes. O outro lado da moeda: é à prova de vírus e a qualidade da reprodução tende a ser uniforme.
D-LINK BOXEE BOX Preço: R$ 599 (sugerido) A vantagem do Boxee Box é a quantidade de opções. A caixa da D-Link traz para a TV uma experiência mais próxima a navegar na web ao aceitar inúmeros formatos de som e imagem (a Apple TV fica presa ao iTunes e alguns aplicativos). A navegação é ajudada pelo teclado que vem no controle remoto (mas o mouse faz falta). Já vem com 180 canais de conteúdo, como Wired, BBC, VEVO e Globo Digital. Com toda essa abertura, um antivírus se faz necessário.
Entradas: HDMI, duas USB, ethernet, áudio óptico e áudio estéreo. SEAGATE GOFLEX TV Preço: R$ 499 (sugerido) O set-top box da Seagate não difere muito do Boxee Box em termos do que ele pode fazer: acesso direto a praticamente tudo que se pode ver no seu computador, dialogando com inúmeros formatos de áudio, vídeo e foto.
As entradas se repetem: HDMI, ethernet, duas USBs, áudio óptico e áudio estéreo. Sua grande desvantagem: Wi-Fi, só se você comprar um adaptador opcional. FAQ - O que é set-top box? É o nome dado a qualquer caixa que converte sinais para a TV, desde o antigo conversor de UHF até a Apple TV
- O que é digital media receiver? É o set-top box que converte conteúdo digital para a TV. Alguns guardam arquivos (D-Link Boxee Box). Outros só têm streaming (Apple TV).
- O videogame pode ser considerado um set-top box? Se ele se conecta à internet como o Xbox 360 ou o PlayStation 3, pode sim. O Xbox inclusive vem com o aplicativo de filmes da Netflix. - Posso navegar na web com o set-top box? Depende do modelo. Com a Apple TV você só pode acessar conteúdo da iTunes Store ou de alguns aplicativos. Já o Boxee Box tem browser. - Um set-top box depende de uma boa banda larga? Totalmente. Para a maioria dos modelos, recomenda-se uma conexão de pelo menos 10 Mbps para assistir a filmes em alta definição sem engasgar.
Fonte: R7 - Por Camilo Rocha São Paulo
Mas não é só questão de quantidade de opções. Estamos falando de outra maneira de ver televisão. O que era passivo, preso às grades das emissoras, vira ativo, e pode se ver o que quiser, na hora em que bem entender. Sem falar que a TV vira também um centro de mídia para ouvir suas músicas, rádios online, ver fotos, clipes, jogar games, etc. Há algumas maneiras de se começar a ver TV assim. A mais cara é a SmartTV (TV com internet).
Seus modelos mais baratos e menores (32 polegadas) não saem por menos de R$ 1.500. Outra opção é acessar a web através de um console de jogos. Um pouco mais barato, mas ainda assim na faixa de R$ 700. E ocupam espaço com sua caixa e controles. A opção mais prática e econômica para levar a internet para sua TV (que não seja ligar seu computador direto no televisor) é uma categoria de produtos ainda pouco difundida no Brasil: os set-top boxes ou digital media receivers.
Abrange uma variedade de módulos que ligamos na TV para canalizar conteúdo digital para nossos receptores. "Set-top box" significa, literalmente, "caixa que vai em cima do aparelho". O termo é usado nos EUA há décadas para qualquer tipo de conversor para a televisão, desde os heroicos transformadores de sinal UHF. Para os três aparelhos testados (Apple TV, Boxee Box e Seagate GoFlex TV), lançados recentemente no Brasil, a especificação digital media receiver (ou media streamer ou digital media hub) faz mais sentido.
Os aparelhos vêm com aplicativos próprios (por exemplo, YouTube, Picasa, Netflix) ou podem acessar conteúdo do seu computador, smartphone e tablet. Mas, se tudo isso parece bom, ainda precisa melhorar muito para que o consumidor brasileiro possa usufruir dessa tecnologia como se deve.
Primeiro, porque o media receiver depende de uma boa conexão de banda larga (pelo menos 10 Mbps). Segundo, porque por aqui a oferta de aplicativos e serviços pensados para a convergência entre internet e TV ainda é pequena (nem Google TV temos ainda). PRODUTOS APPLE TV Preço: R$ 399 (sugerido) Se o fato de se fechar num sistema não chega a ser um problema em produtos da Apple como iPad ou iPhone, com a Apple TV esse não é o caso. A razão de ser de um media center é o conteúdo e aqui o usuário está restrito ao que há no iTunes e a alguns aplicativos como YouTube, Netflix e Vimeo.
Admita-se, não é exatamente pouco. Mas, quando se pensa no tanto a mais que existe na web (em formatos que o iTunes não lê), ou mesmo em pen drives e HDs da sua casa (que não podem ser ligados por causa da falta de entrada USB), as limitações ficam evidentes. O outro lado da moeda: é à prova de vírus e a qualidade da reprodução tende a ser uniforme.
D-LINK BOXEE BOX Preço: R$ 599 (sugerido) A vantagem do Boxee Box é a quantidade de opções. A caixa da D-Link traz para a TV uma experiência mais próxima a navegar na web ao aceitar inúmeros formatos de som e imagem (a Apple TV fica presa ao iTunes e alguns aplicativos). A navegação é ajudada pelo teclado que vem no controle remoto (mas o mouse faz falta). Já vem com 180 canais de conteúdo, como Wired, BBC, VEVO e Globo Digital. Com toda essa abertura, um antivírus se faz necessário.
Entradas: HDMI, duas USB, ethernet, áudio óptico e áudio estéreo. SEAGATE GOFLEX TV Preço: R$ 499 (sugerido) O set-top box da Seagate não difere muito do Boxee Box em termos do que ele pode fazer: acesso direto a praticamente tudo que se pode ver no seu computador, dialogando com inúmeros formatos de áudio, vídeo e foto.
As entradas se repetem: HDMI, ethernet, duas USBs, áudio óptico e áudio estéreo. Sua grande desvantagem: Wi-Fi, só se você comprar um adaptador opcional. FAQ - O que é set-top box? É o nome dado a qualquer caixa que converte sinais para a TV, desde o antigo conversor de UHF até a Apple TV
- O que é digital media receiver? É o set-top box que converte conteúdo digital para a TV. Alguns guardam arquivos (D-Link Boxee Box). Outros só têm streaming (Apple TV).
- O videogame pode ser considerado um set-top box? Se ele se conecta à internet como o Xbox 360 ou o PlayStation 3, pode sim. O Xbox inclusive vem com o aplicativo de filmes da Netflix. - Posso navegar na web com o set-top box? Depende do modelo. Com a Apple TV você só pode acessar conteúdo da iTunes Store ou de alguns aplicativos. Já o Boxee Box tem browser. - Um set-top box depende de uma boa banda larga? Totalmente. Para a maioria dos modelos, recomenda-se uma conexão de pelo menos 10 Mbps para assistir a filmes em alta definição sem engasgar.
Fonte: R7 - Por Camilo Rocha São Paulo
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Governo deve deixar exigência do Ginga apenas para 2013
Ao que tudo indica, o decreto que estabelecerá o Processo Produtivo Básico (PPB) de televisores com o middleware Ginga está pronto para ser publicado e, segundo fontes do governo, deve isentar a indústria de incluir o Ginga nos equipamentos produzidos este ano. Em compensação, a partir de 2013, o percentual de televisores com Ginga deverá ser de 75% sobre toda a base, ou seja, tanto sobre televisores conectados quanto sobre televisores sem conectividade. Será possível abater dessa cota em 2013 até 15 pontos percentuais caso haja estoque de equipamentos com Ginga produzidos em 2012.
Se confirmados os percentuais, já que esta semana ainda havia alguma movimentação junto às principais autoridades envolvidas, a mudança é significativa em relação ao que o governo esperava publicar em janeiro. Na época, o portal Convergência Digital informava que a ideia do governo naquele momento era exigir 30% de televisores com Ginga ainda este ano, 60% em 2013 e 90% em 2014.
A aposta do governo é que o Ginga será alavancado por uma profusão de aplicativos abertos e, sobretudo, aplicativos de governo eletrônico que serão embarcados nos televisores e devem ser produzidos com financiamento do governo. Mas as mesmas fontes reconhecem que ainda não existe muita clareza sobre a questão do canal de retorno. Ainda que seja possível um bom grau de interatividade simulada (aquela em que o usuário na verdade interage com dados armazenados na memória do dispositivo), dificilmente isso terá apelo no crescente ambiente de TVs conectadas, em que cada fornecedor tem o seu próprio middleware e ecossistema de desenvolvimento de aplicativos.
Mais do que isso, com a perspectiva de televisores com sistema operacional Android, que é aberto a desenvolvedores (ainda que do lado do fabricante a Microsoft tenha entrado com diversas ações de cobrança de royalties), o governo sabe que terá que enfrentar uma disputa global no desenvolvimento de aplicativos. O cenário tende a se complicar caso surjam esse ano televisores com sistemas operacionais da Apple e Microsoft embarcados, como já apostam analistas.
Segundo integrantes do Forum TV Digital ouvidos por este noticiário, o Ginga é importante do ponto de vista das emissoras de TV para que os radiodifusores assegurem autonomia na interatividade, mas eles mesmos acreditam que o ideal seria exigir o middleware apenas em TVs conectadas, justamente por conta da crescente necessidade de um canal de retorno.
Segundo apurou este noticiário, para resolver o problema do canal de retorno, o governo chegou a cogitar colocar alguma obrigação de acesso à rede LTE das teles no edital de 2,5 GHz, mas avaliou que não haveria tempo para definir um modelo. Há ainda a expectativa de que a banda U da faixa de 2,5 GHz, que tem 15 MHz de largura e será destinada a aplicações do governo, possa um dia ser utilizada para isso. Ou que no bojo de um debate sobre o futuro da faixa de 700 MHz, em 2013, fique mais claro que alternativas poderão ser buscadas para uma interatividade plena que independa de um acesso do cidadão à Internet. Mas tudo isso está longe de uma definição.
Fonte: Teletime
Se confirmados os percentuais, já que esta semana ainda havia alguma movimentação junto às principais autoridades envolvidas, a mudança é significativa em relação ao que o governo esperava publicar em janeiro. Na época, o portal Convergência Digital informava que a ideia do governo naquele momento era exigir 30% de televisores com Ginga ainda este ano, 60% em 2013 e 90% em 2014.
A aposta do governo é que o Ginga será alavancado por uma profusão de aplicativos abertos e, sobretudo, aplicativos de governo eletrônico que serão embarcados nos televisores e devem ser produzidos com financiamento do governo. Mas as mesmas fontes reconhecem que ainda não existe muita clareza sobre a questão do canal de retorno. Ainda que seja possível um bom grau de interatividade simulada (aquela em que o usuário na verdade interage com dados armazenados na memória do dispositivo), dificilmente isso terá apelo no crescente ambiente de TVs conectadas, em que cada fornecedor tem o seu próprio middleware e ecossistema de desenvolvimento de aplicativos.
Mais do que isso, com a perspectiva de televisores com sistema operacional Android, que é aberto a desenvolvedores (ainda que do lado do fabricante a Microsoft tenha entrado com diversas ações de cobrança de royalties), o governo sabe que terá que enfrentar uma disputa global no desenvolvimento de aplicativos. O cenário tende a se complicar caso surjam esse ano televisores com sistemas operacionais da Apple e Microsoft embarcados, como já apostam analistas.
Segundo integrantes do Forum TV Digital ouvidos por este noticiário, o Ginga é importante do ponto de vista das emissoras de TV para que os radiodifusores assegurem autonomia na interatividade, mas eles mesmos acreditam que o ideal seria exigir o middleware apenas em TVs conectadas, justamente por conta da crescente necessidade de um canal de retorno.
Segundo apurou este noticiário, para resolver o problema do canal de retorno, o governo chegou a cogitar colocar alguma obrigação de acesso à rede LTE das teles no edital de 2,5 GHz, mas avaliou que não haveria tempo para definir um modelo. Há ainda a expectativa de que a banda U da faixa de 2,5 GHz, que tem 15 MHz de largura e será destinada a aplicações do governo, possa um dia ser utilizada para isso. Ou que no bojo de um debate sobre o futuro da faixa de 700 MHz, em 2013, fique mais claro que alternativas poderão ser buscadas para uma interatividade plena que independa de um acesso do cidadão à Internet. Mas tudo isso está longe de uma definição.
Fonte: Teletime
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
MiniCom concluiu revisão da proposta do novo marco da mídia eletrônica
O Ministério das Comunicações já concluiu a revisão da proposta de alteração do marco regulatório da mídia eletrônica, mas ainda não tem data para abrir a discussão pública sobre o tema. O ministro Paulo Bernardo disse que a norma não prevê mudanças na Constituição, porém admite que é preciso discutir se a restrição ao capital estrangeiro é valida também para sites noticiosos. “Recebi uma demanda da Abert [Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão] e devo pedir um parecer da Advocacia Geral da União”, disse, avisando que essa questão não é tratada no projeto do marco regulatório.
“A restrição já está prevista na Constituição, o que precisamos saber é se o sites noticiosos podem ser considerados veiculos de comunicação”, explicou. Bernardo disse que já teve uma conversa preliminar com o advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, que também recebeu demanda semelhante, mas ainda não há uma posição formada. “Precisamos saber se o que parece veículo, tem cheiro de veiculo é realmente um veiculo de comunicação”, brincou.
O ministro das Comunicações disse que é preciso levar em conta também a eficácia de restringir esses jornais eletrônicos. “Se foram proibidos aqui, os sites com predominância de capital estrangeiro podem se instalar na Cidad del Leste, no Paragaui, e continuar abastecendo a internet brasileira”, argumentou. “O certo é que uma hora vamos ter que nos debruçar e enfrentar essa questão”, afirmou.
Bernardo assegurou que o projeto de revisão do marco regulatório não trata de censura e que se limita a regulamentar o que está previsto na Constituição. Ele disse que a questão da internet não está clara porque quando foi aprovada a Carta Magna a web estava apenas ainda se estruturando no país. “Mas isso é apenas uma questão de definição”.
O projeto já está em discussão entre ministros do governo. Após essa etapa, será debatido com a presidente Dilma Rousseff para definição de cronograma de discussão com a sociedade. Em seguida, será aberta a consulta pública da proposta.
Radiodifusão
Bernardo disse que até maio estará enviando para a Casa Civil proposta de decreto para regulamentar o funcionamento da radiodifusão comercial. Ele disse que com a medida completa o esforço de reformular as normas existentes para o setor e que datam de 1962. Recentemente, o MiniCom reformulou os procedimentos de outorgas de emissoras comerciais, exigindo maior capacidade técnica e finaceira dos concorrentes à obtenção da licença. Anteriormente, foram reformuladas as regras de concessão de rádios comunitárias e de emissoras educativas.
Sobre TV digital, o ministro disse que a Secretaria de Comunicação Eletrônica analisou e deferiu 190 processos para atribuição de canal, especialmente para geradoras. Mas só 94 compareceram com a documentação. “As empresas não se planejaram para aproveitar esse momento”, disse o ministro. Ele adiantou que já marcou reunião com Abert para tratar do assunto.
Bernardo afirmou que neste semestre serão atendidos todos os pedidos para obter o canal digital. “Quem não apresentou pedido, vamos procurar. Nossa ideia é cumprir rigorosamente o prazo de desligamento do sistema analógico, previsto para 2016”, concluiu.
Fonte: Telesintese
“A restrição já está prevista na Constituição, o que precisamos saber é se o sites noticiosos podem ser considerados veiculos de comunicação”, explicou. Bernardo disse que já teve uma conversa preliminar com o advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, que também recebeu demanda semelhante, mas ainda não há uma posição formada. “Precisamos saber se o que parece veículo, tem cheiro de veiculo é realmente um veiculo de comunicação”, brincou.
O ministro das Comunicações disse que é preciso levar em conta também a eficácia de restringir esses jornais eletrônicos. “Se foram proibidos aqui, os sites com predominância de capital estrangeiro podem se instalar na Cidad del Leste, no Paragaui, e continuar abastecendo a internet brasileira”, argumentou. “O certo é que uma hora vamos ter que nos debruçar e enfrentar essa questão”, afirmou.
Bernardo assegurou que o projeto de revisão do marco regulatório não trata de censura e que se limita a regulamentar o que está previsto na Constituição. Ele disse que a questão da internet não está clara porque quando foi aprovada a Carta Magna a web estava apenas ainda se estruturando no país. “Mas isso é apenas uma questão de definição”.
O projeto já está em discussão entre ministros do governo. Após essa etapa, será debatido com a presidente Dilma Rousseff para definição de cronograma de discussão com a sociedade. Em seguida, será aberta a consulta pública da proposta.
Radiodifusão
Bernardo disse que até maio estará enviando para a Casa Civil proposta de decreto para regulamentar o funcionamento da radiodifusão comercial. Ele disse que com a medida completa o esforço de reformular as normas existentes para o setor e que datam de 1962. Recentemente, o MiniCom reformulou os procedimentos de outorgas de emissoras comerciais, exigindo maior capacidade técnica e finaceira dos concorrentes à obtenção da licença. Anteriormente, foram reformuladas as regras de concessão de rádios comunitárias e de emissoras educativas.
Sobre TV digital, o ministro disse que a Secretaria de Comunicação Eletrônica analisou e deferiu 190 processos para atribuição de canal, especialmente para geradoras. Mas só 94 compareceram com a documentação. “As empresas não se planejaram para aproveitar esse momento”, disse o ministro. Ele adiantou que já marcou reunião com Abert para tratar do assunto.
Bernardo afirmou que neste semestre serão atendidos todos os pedidos para obter o canal digital. “Quem não apresentou pedido, vamos procurar. Nossa ideia é cumprir rigorosamente o prazo de desligamento do sistema analógico, previsto para 2016”, concluiu.
Fonte: Telesintese
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
EBC prepara teste piloto de Ginga com canal de retorno
A Empresa Brasileira de Comunicações está preparando um teste piloto para oferecer serviços públicos através do sinal de TV digital aberta usando o middleware de interatividade Ginga e com possibilidade de canal de retorno para que o usuário também possa enviar informações. O objetivo é usar os resultados do piloto na elaboração de um projeto nacional que será apresentado ao governo para impulsionar o uso do Ginga através da TV pública e “criar uma política de estado”, afirmou o superintendente de suporte da estatal, André Barbosa Filho.
Barbosa participou nesta quinta-feira (9) de um debate sobre TV digital na Campus Party, em São Paulo, onde defendeu a necessidade da TV pública levantar a bandeira da interatividade na TV aberta, uma vez que as emissoras comerciais não têm interesse na tecnologia por não haver um modelo de negócios consolidado para a publicidade com Ginga. “Quem tem que tocar esse projeto é a TV pública: é quem vai prestar os serviços públicos, é quem não depende da receita da publicidade. A TV pública é a sociedade na casa da pessoa”, disse ele.
Os testes devem ocorrer nos próximos 6 meses em 3 cidades de diferentes tamanhos, e contarão com o apoio da Telebras, que fornecerá a rede de canal de retorno. Entre as propostas em estudo está a possibilidade de entregar conversores de TV digital embarcados com Ginga e aplicativos de serviços públicos como SUS, Previdência e Caixa a beneficiários do Bolsa Família, e a partir daí medir e analisar o uso dos aplicativos pela população. A EBC também planeja abrir editais para o desenvolvimento dos aplicativos que serão usados no piloto.
Outro plano em análise citado pelo superintendente é o de reservar um pequeno porcentual da receita de grandes estatais como Petrobras para investimentos em publicidade interativa, que use o Ginga, nas emissoras comerciais. “Você precisa criar um modelo de TV que permita a convivência entre a publicidade antiga e a interativa”, disse Barbosa.
Frequências
Barbosa também comentou que a EBC está trabalhando para reaver as faixas de canal UHF de 60 a 68, que seriam reservadas para o sinal digital das TVs públicas, mas ocupam a disputadíssima frequência dos 700 MHz, atualmente usada para a TV analógica, mas que é reivindicada pelas operadoras para uso no serviço de telefonia móvel 4G. O superintendente, no entanto, não quis dar mais informações.
Fonte: Telesintese
Barbosa participou nesta quinta-feira (9) de um debate sobre TV digital na Campus Party, em São Paulo, onde defendeu a necessidade da TV pública levantar a bandeira da interatividade na TV aberta, uma vez que as emissoras comerciais não têm interesse na tecnologia por não haver um modelo de negócios consolidado para a publicidade com Ginga. “Quem tem que tocar esse projeto é a TV pública: é quem vai prestar os serviços públicos, é quem não depende da receita da publicidade. A TV pública é a sociedade na casa da pessoa”, disse ele.
Os testes devem ocorrer nos próximos 6 meses em 3 cidades de diferentes tamanhos, e contarão com o apoio da Telebras, que fornecerá a rede de canal de retorno. Entre as propostas em estudo está a possibilidade de entregar conversores de TV digital embarcados com Ginga e aplicativos de serviços públicos como SUS, Previdência e Caixa a beneficiários do Bolsa Família, e a partir daí medir e analisar o uso dos aplicativos pela população. A EBC também planeja abrir editais para o desenvolvimento dos aplicativos que serão usados no piloto.
Outro plano em análise citado pelo superintendente é o de reservar um pequeno porcentual da receita de grandes estatais como Petrobras para investimentos em publicidade interativa, que use o Ginga, nas emissoras comerciais. “Você precisa criar um modelo de TV que permita a convivência entre a publicidade antiga e a interativa”, disse Barbosa.
Frequências
Barbosa também comentou que a EBC está trabalhando para reaver as faixas de canal UHF de 60 a 68, que seriam reservadas para o sinal digital das TVs públicas, mas ocupam a disputadíssima frequência dos 700 MHz, atualmente usada para a TV analógica, mas que é reivindicada pelas operadoras para uso no serviço de telefonia móvel 4G. O superintendente, no entanto, não quis dar mais informações.
Fonte: Telesintese
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Emissoras de TV usam apenas 20% da interatividade do Ginga
Os recursos do Ginga, software que permite a interatividade na TV digital brasileira, ainda são pouco adotados por emissoras de TV de todo o País, de acordo com debate sobre o assunto durante a Campus Party Brasil 2012. Segundo Valdecir Becker, doutor em TV digital e CEO da produtora Saci Filmes, as emissoras de TV até agora adotaram apenas 20% dos recursos de interatividade que o Ginga oferece.
O Ginga é uma camada de software que pode ser embarcada em televisores e set-top boxes com conversor de TV digital. Por meio do sistema, é possível interagir com a emissora, por exemplo, participar de enquetes durante jogos de futebol.
A plataforma, em sua versão atual, também permite que o usuário instale aplicativos desenvolvidos em Java na TV – eles podem ser relacionados ao conteúdo da emissora ou para acessar serviços de terceiros, como redes sociais.
De acordo com André Barbosa, conselheiro do Sistema Brasileiro de TV Digital e gerente de suporte da Empresa Brasil de Comunicações (EBC), a base instalada de 65 milhões de TVs em todo o Brasil tem grande potencial com o Ginga. “Se já existe uma rede que pode ser interativa podemos levar serviços públicos, como marcação de consultas e consulta a bancos de dados do governo, para as TVs”, disse Barbosa, durante o debate.
Barbosa defende que, em vez de esperar que as emissoras de TV comerciais adotem o Ginga completo, o governo deve tomar a frente e começar a usar o Ginga para serviços públicos por meio da rede de TV Digital Pública. Com isso, os telespectadores teriam acesso aos recursos e, no futuro, as TVs comerciais podem começar a oferecer mais recursos da plataforma. “Já há um consenso no governo que a adoção do Ginga tem que começar pela TV Pública”, disse Barbosa.
A falta de interesse das emissoras de TV comerciais em adotar o Ginga, segundo Becker, tem a ver com a possível concorrência dos conteúdos multimídia com a programação e comerciais. “Como o usuário poderá acessar conteúdo interativo enquanto a emissora exibe os comerciais, fica mais difícil justificar o investimento do anunciante”, diz Becker.
Para Barbosa, é preciso criar um novo modelo de negócio para as emissoras, que inclua a interatividade. “É preciso encontrar uma forma que permita que os dois modelos convivam”, disse o executivo que deve cuidar do projeto de operador de rede da TV Digital Pública. Ela será responsável por coordenar dos projetos de interatividade na TV Cultura, TV Educação, TV Câmera, entre outros canais do governo.
TVs conectadas e aplicativos
No debate, os palestrantes defenderam que o Ginga pode ser complementar às TVs que possuem plataformas de software que suportam conexão com a internet. “Se você perguntar para nós, produtores de conteúdo, qual plataforma preferimos, vamos dizer que queremos as duas”, disse Becker durante o debate. Desenvolvedores de aplicativos terão que escrever código várias vezes para oferecer conteúdo no Ginga e nas TVs conectadas de várias fabricantes (que são incompatíveis entre si).
Assim como nas TVs conectadas, os desenvolvedores poderão criar aplicativos para smartphones e tablets que ofereçam conteúdo complementar para os telespectadores que possuem TVs com suporte ao Ginga. “Mais de 76% dos telespectadores acessam algum conteúdo no celular enquanto veem TV, é o que chamamos de segunda tela”, diz Becker. Estes aplicativos podem transformar o smartphone, por exemplo, em um joystick para jogos ou em um teclado para digitar um termo de busca.
Fonte: IG
O Ginga é uma camada de software que pode ser embarcada em televisores e set-top boxes com conversor de TV digital. Por meio do sistema, é possível interagir com a emissora, por exemplo, participar de enquetes durante jogos de futebol.
A plataforma, em sua versão atual, também permite que o usuário instale aplicativos desenvolvidos em Java na TV – eles podem ser relacionados ao conteúdo da emissora ou para acessar serviços de terceiros, como redes sociais.
De acordo com André Barbosa, conselheiro do Sistema Brasileiro de TV Digital e gerente de suporte da Empresa Brasil de Comunicações (EBC), a base instalada de 65 milhões de TVs em todo o Brasil tem grande potencial com o Ginga. “Se já existe uma rede que pode ser interativa podemos levar serviços públicos, como marcação de consultas e consulta a bancos de dados do governo, para as TVs”, disse Barbosa, durante o debate.
Barbosa defende que, em vez de esperar que as emissoras de TV comerciais adotem o Ginga completo, o governo deve tomar a frente e começar a usar o Ginga para serviços públicos por meio da rede de TV Digital Pública. Com isso, os telespectadores teriam acesso aos recursos e, no futuro, as TVs comerciais podem começar a oferecer mais recursos da plataforma. “Já há um consenso no governo que a adoção do Ginga tem que começar pela TV Pública”, disse Barbosa.
A falta de interesse das emissoras de TV comerciais em adotar o Ginga, segundo Becker, tem a ver com a possível concorrência dos conteúdos multimídia com a programação e comerciais. “Como o usuário poderá acessar conteúdo interativo enquanto a emissora exibe os comerciais, fica mais difícil justificar o investimento do anunciante”, diz Becker.
Para Barbosa, é preciso criar um novo modelo de negócio para as emissoras, que inclua a interatividade. “É preciso encontrar uma forma que permita que os dois modelos convivam”, disse o executivo que deve cuidar do projeto de operador de rede da TV Digital Pública. Ela será responsável por coordenar dos projetos de interatividade na TV Cultura, TV Educação, TV Câmera, entre outros canais do governo.
TVs conectadas e aplicativos
No debate, os palestrantes defenderam que o Ginga pode ser complementar às TVs que possuem plataformas de software que suportam conexão com a internet. “Se você perguntar para nós, produtores de conteúdo, qual plataforma preferimos, vamos dizer que queremos as duas”, disse Becker durante o debate. Desenvolvedores de aplicativos terão que escrever código várias vezes para oferecer conteúdo no Ginga e nas TVs conectadas de várias fabricantes (que são incompatíveis entre si).
Assim como nas TVs conectadas, os desenvolvedores poderão criar aplicativos para smartphones e tablets que ofereçam conteúdo complementar para os telespectadores que possuem TVs com suporte ao Ginga. “Mais de 76% dos telespectadores acessam algum conteúdo no celular enquanto veem TV, é o que chamamos de segunda tela”, diz Becker. Estes aplicativos podem transformar o smartphone, por exemplo, em um joystick para jogos ou em um teclado para digitar um termo de busca.
Fonte: IG
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
MiniCom vai priorizar digitalização das rádios AM e FM
O Ministério das Comunicações prorrogou até abril os testes das tecnologias disponíveis para rádio digital. Segundo o secretário de Comunicação Eletrônica, Genildo Albuquerque, faltou averiguar a performance da tecnologia DRM (de consórcio de empresas europeias) em FM de curto alcance, usado pelas rádios comunitárias.
Aalbuquerque afirmou que não pretende prorrogar mais esse prazo, mesmo que não tenha testado as tecnologias norte-americana e japonesa. A primeira porque os equipamentos para testes não foram entregues e a segunda porque dependeria de adaptações significativa para atender à faixa AM e mesmo alteração da frequência, que não foram feitas.
“De qualquer forma, já temos um norte estabelecido que é a prioridade de digitalização do rádio AM e FM. Ondas Curtas e Ondas Tropicais, nós não temos certeza se vale a pena digitalizar porque são muito poucas emissoras e elas estão concentradas basicamente no Amazonas e no Pantanal”, dsse o secretário. Para isso, a ideia é de que os novos receptores tenham capacidade de receber transmissões analógicas e digitais, para atender essas emissoras.
Depois de definir se a tecnologia atende às necessidades, o segundo passo será a negociação com a indústria. “Qualquer que seja a tecnologia que optarmos, os receptores e os transmissores terão que ser fabricados no Brasil”, afirmou Albuquerque. Ele lembrou que os transmissores da TV digital fabricados no país concorrem com qualquer equipamento produzido em outros países, em qualidade e preço.
Os testes forma iniciados em junho e previam análise das transmissões em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, cidades escolhidas por ter características geográficas diferentes. A expectativa de Albuquerque é de ainda poder testar o sistema Iboc, e está aguardando os aparelhos dos norte-americanos. Ele informou que ainda não teve acesso aos resultados dos testes.
Fonte: Telesintese
Aalbuquerque afirmou que não pretende prorrogar mais esse prazo, mesmo que não tenha testado as tecnologias norte-americana e japonesa. A primeira porque os equipamentos para testes não foram entregues e a segunda porque dependeria de adaptações significativa para atender à faixa AM e mesmo alteração da frequência, que não foram feitas.
“De qualquer forma, já temos um norte estabelecido que é a prioridade de digitalização do rádio AM e FM. Ondas Curtas e Ondas Tropicais, nós não temos certeza se vale a pena digitalizar porque são muito poucas emissoras e elas estão concentradas basicamente no Amazonas e no Pantanal”, dsse o secretário. Para isso, a ideia é de que os novos receptores tenham capacidade de receber transmissões analógicas e digitais, para atender essas emissoras.
Depois de definir se a tecnologia atende às necessidades, o segundo passo será a negociação com a indústria. “Qualquer que seja a tecnologia que optarmos, os receptores e os transmissores terão que ser fabricados no Brasil”, afirmou Albuquerque. Ele lembrou que os transmissores da TV digital fabricados no país concorrem com qualquer equipamento produzido em outros países, em qualidade e preço.
Os testes forma iniciados em junho e previam análise das transmissões em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, cidades escolhidas por ter características geográficas diferentes. A expectativa de Albuquerque é de ainda poder testar o sistema Iboc, e está aguardando os aparelhos dos norte-americanos. Ele informou que ainda não teve acesso aos resultados dos testes.
Fonte: Telesintese
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O Mundo da Publicidade: Maior vitrine publicitária, comercial no Super Bow...
O Mundo da Publicidade: Maior vitrine publicitária, comercial no Super Bow...: Mais de 100 milhões de pessoas atentas ao jogo e quatro horas de televisão com constantes interrupções. Assim é o Super Bowl, a final da Lig...
Assinar:
Postagens (Atom)