domingo, 30 de outubro de 2011

SIMTVD discute mudanças na formação de profissionais na era digital

Novas plataformas devem criar novas funções e alterar o modo de trabalho com que os profissionais estão acostumados

No dia 8 de novembro, segundo dia do II Simpósio Internacional de Televisão Digital, haverá a continuidade das atividades com oficinas, mesas e debates. Entre elas, destaque para o debate que irá discutir a formação profissional do radialista na era de convergência, com o professor Antônio Francisco Magnoni, do Lecotec da Unesp de Bauru, e sua equipe, às 19:30h.

O tema do Simpósio deste ano irá abordar a televisão digital na América Latina, mas segundo o professor, ele acaba se tornando um espaço para a discussão de outros temas que caminham paralelos à ela, como o desenvolvimento das tecnologias e a consequente mudança no modo de trabalho, nas relações sociais e na comunicação. “É preciso discutir mais amiúde os efeitos da ‘cultura digital’, do qual a TVD é apenas uma pequena parte, bastante defasada’’, afirma ele.

Devido ao desenvolvimento relativamente tardio do projeto brasileiro de televisão digital o pesquisador explica que a internet teve tempo de se consolidar como principal meio de comunicação interativo, acostumando o usuário a ter múltiplos formatos e linguagens à sua disposição para serem desfrutados de acordo com sua disponibilidade de tempo, não precisando aceitar a periodicidade típica do rádio e da televisão

De posse dessas informações, muitas empresas fabricantes de receptores digitais e televisores se voltaram para a fabricação de novos aparelhos contendo recursos como a maior capacidade de processamento e de conexão, buscando atrair os consumidores com a justificativa de que os televisores residenciais “transmutam-se” privilegiadas telas de internet. Com isso busca-se atrair entusiastas das novas tecnologias, crianças e adolescentes, acostumados com as múltiplas possibilidades oferecidas por essas tecnologias.

Todas essas inovações provocam também profundas mudanças no processo de produção de conteúdo e de recepção do público. “Cada nova tecnologia que é inserida no cotidiano organizacional e profissional irá alterar o conhecimento consolidado, poderá extinguir ou criar novas funções e exigir novos modos de trabalho nos veículos”, esclarece Antônio.

Pra quem quiser se aprofundar no tema e discutir além dessas, outras mudanças que podem ocorrer na formação profissional dos produtores de conteúdo dessa nova fase, basta acompanhar o debate e outras atividades no 2º Simpósio Internacional de Televisão Digital , de 7 a 11 de novembro, na Unesp de Bauru.

Fonte: site do evento
http://www2.faac.unesp.br/pesquisa/lecotec/eventos/simtvd/noticias.php?id=129

sábado, 22 de outubro de 2011

Após medidas do governo, mercado já fala que Ginga chega forte em 2012

"O Ginga vem em 2012". A afirmação foi consenso entre especialistas e executivos do setor de televisão durante debate sobre interatividade no Fórum TV do Futuro, realizado nesta sexta-feira (21) em São Paulo. A forma como a tecnologia de interatividade da TV digital aberta deve ser implementada, no entanto, será apenas complementar à interatividade da TV conectada à internet, principal aposta de fabricantes, consultores e acadêmicos.

"O Ginga com certeza virá mais forte a partir do ano que vem, mas ele virá como plataforma complementar. O Ginga vai ser parte da Smart TV", disse a gerente de produtos de TV da LG, Fernanda Summa. A fabricante lançou, até agora, apenas um aparelho com o middleware embarcado, mas já o tirou de linha. Summa afirma, no entanto, que boa parte dos televisores vendidos no ano que vem terão Ginga embarcado, e 100% terão conversor para a TV digital.

A probabilidade do governo tornar o Ginga obrigatório, no entanto, diminuiu a resistência no setor, que afirma que as emissoras não estão produzindo conteúdo interativo para justificar o uso do middleware. O professor Marcelo Zuffo, do ISP-USP, lembra ainda que o tipo de interatividade do Ginga é limitado, uma vez que depende da mediação da emissora e não tem canal de retorno próprio, no momento, como nos aplicativos que dependem apenas de conexão com a internet.

"Interatividade na TV aberta não é vantagem nem para o radiodifusor, nem para o telespectador", resumiu o mediador do debate, o jornalista Ethevaldo Siqueira.

O consultor Walter Duran, por sua vez, lembrou que o modelo de interatividade na TV ainda não está fechado. "Interatividade é uma coisa pessoal, a TV é coletiva. A interatividade polui a tela", afirmou.

Fonte: Telesintese

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Governo confirma fim das transmissões analógicas em 2016

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, confirmou nesta quinta-feira que as transmissões analógicas de televisão serão desligadas em 2016. Mesmo com a decisão ele reconhece que o sistema digital ainda não é popular no Brasil e pretende acelerar o processo de digitalização das emissoras.

"As emissoras vão ter tempo para se adaptar e os próprios consumidores vão querer modernizar seus equipamentos, até mesmo porque teremos uma Copa do Mundo aqui no Brasil em 2014 e as pessoas vão querer aproveitar o sistema digital", diz o ministro.

Segundo Bernardo, o decreto que estabelece o sistema de TV digital no país permite usar a TV também para consultar saldo bancário, agendar consultas médicas, consultar a previsão do tempo e ainda obter informações do trânsito e comprar produtos. Entretanto, no início nem todos os aparelhos de televisão serão compatíveis com os recursos.

Para isso as geradoras de TV precisam dar entrada no processo de consignação no Ministério das Comunicações antes de transmitir em sinal digital. Todos os processos serão finalizados até dezembro deste ano, segundo informou Genildo Lins, secretário de Comunicação Eletrônica do MiniCom.

Fonte: SRZD

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Atraso na TV digital preocupa governo

A cinco anos do prazo final para migração do sinal analógico para o digital na TV brasileira, empresas já iniciam o lobby pró-adiamento da data, marcada para 2016.

Contra o adiamento, o governo estuda facilitar o financiamento para as transmissoras, diz o jornal Folha de S. Paulo nessa quinta-feira, 13.

Segundo a Folha, há no país cerca de 400 geradoras, responsáveis pela produção de conteúdo. O governo estima que 300 estão autorizadas a transmitir o sinal digital (consignadas), só que pouco mais de 100 já transmitem.

A meta do governo é que até o fim do ano todas estejam consignadas.

Já entre as retransmissoras responsáveis por levar o sinal a locais mais distantes – um total de 6.000 – calcula-se que apenas 20 estejam consignadas.

Para 2012, a meta é de 2.000 retransmissoras consignadas.

“A digitalização da transmissão anda devagar. Há dificuldades, como a de financiamento”, afirmou à Folha o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

A atual linha de crédito do BNDES para os radiodifusores é de R$ 1 bilhão. Foram liberados apenas R$ 107 milhões desde o governo Lula.

Mas, o nível de exigências – referentes a ações trabalhistas na Justiça, taxas da Anatel, Previdência Social e licenciamento – impede que a maioria das emissoras tome empréstimo, segundo fontes do governo citadas, porém não identificadas, pela Folha.

Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Coreana investe 30 milhões de reais para produzir chips no RS

A HT Micron dá início às obras da fábrica de semicondutores no Parque Tecnológico São Leopoldo (RS). A joint venture formada pela coreana Hana Micron e pela brasileira Parit Participações prevê investimentos iniciais da ordem de 30 milhões de reais.

A companhia revelou que pode investir 200 milhões de dólares no projeto em um intervalo de cinco anos. O site localizado no Tecnosinos terá 9 mil metros quadrados, gerando mais de mil empregos diretos.

A previsão da fabricante é alcançar um faturamento na casa de 300 milhões de dólares até o final do próximo ano, atingindo a marca de 1 bilhão de dólares de receita até 2015. O mercado brasileiro consome, anualmente, 17 bilhões de dólares em semicondutores importados.

A HT Micron atuará no encapsulamento e teste de chips e, no futuro, também comercializará módulos de memória para computadores, memórias flash, cartões SD e smart cards, circuitos integrados para celulares, circuitos integrados para TV Digital, set top Box, TV LCD e automação.

Com 36 mil metros quadrados de área construída, o Tecnosinos comporta mais de 70 empresas de base tecnológica e 3,5 mil empregados diretos. Com faturamento anual de cerca de 1,3 bilhão de reais, o parque cresce, em média, 30% ao ano e gera, aproximadamente, 35 novas soluções tecnológicas por ano.

Fonte: CRN Brasil

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Consulta sobre o Ginga na TV digital ganha mais tempo

Os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTi) prorrogaram por mais 15 dias a consulta pública que entre outros muda o processo produtivo básico (PPB) dos aparelhos de TV LCD para tornar obrigatória a inclusão do middleware nacional, o Ginga.

A consulta estará aberta a contribuições até o dia 20 de outubro. A proposta estabelece que a partir de janeiro de 2012, 75% dos televisores com tela de cristal líquido (LCD) devem vir com o middleware nacional e todos os televisores terão que trazer o software embargado a partir de 2013.

O documento mexe também com as TVs conectadas e estabele que todos os modelos de televisores que disponibilizarem suporte a conectividade IP deverão implementar o middleware, e não poderão restringir o acesso de suas aplicações. Ou seja, a interativade da TV aberta não poderá ser proibida de ser acessada pelas TVs fechadas.

Fonte: Telesintese

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Visiontec lança conversor de TV digital com Ginga

A Visiontec anunciou nó último dia 10 o lançamento do set top box VT7200E, seu esperado conversor para a TV digital embarcado com middleware de interatividade Ginga. O aparelho chega às lojas online do Ponto Frio, Casas Bahia e Extra com um preço sugerido de R$ 399, e conta ainda com um adaptador externo para permitir o acesso à rede WiFi, além de gravador e integração com a plataforma de interatividade da Totvs, Sticker Center.

“Escolhemos e apostamos no Ginga, porque ele é o middleware mais avançado do mundo e é à prova de futuro. Ele vai nos permitir desenvolver aparelhos com funções que unem televisão e internet em breve”, disse Ricardo Minari, diretor de negócios e tecnologia da Visiontec, em comunicado. O governo atualmente estuda tornar o Ginga obrigatório em todos os produtos de TV digital fabricados no país, uma vez que o software nacional não vingou entre os diferentes setores da indústria.

Fonte: Telesintese

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

TVs ficarão tão modernas quanto os celulares, diz representante do Google

O futuro da televisão será o mesmo dos telefones celulares: ficar mais inteligente e funcional. O novo formato de vídeo dessa TV irá nos permitir assistir os filmes que hoje vemos somente pelo Youtube. Essa é a opinião do vice-presidente do Google para Mobile, Media & Platforms, Henrique de Castro.

Para Castro, a convergência digital irá melhorar a produção de vídeos na internet em todo o mundo. “Tudo vai ser digital. Na TV aberta há limitação na distribuição de conteúdo, por falta de equipes e de canais. Não é a morte da TV, mas uma nova fase, uma transformação para melhor em termos de produção e de conteúdo, com boa qualidade e baixo custo.”

O vice-presidente do Google Mobile, a publicidade também terá que se adaptar a esse novo cenário. “No caso do vídeo normal de 30 segundos, você precisa de sete exibições para alcançar o mínimo de público. No meio digital, usa-se apenas duas. Estamos na era da ‘videocracia’, em uma convergência para um sistema de comunicação integrado que vai dar um suporte para a comunicação publicitária”, finaliza o executivo.

A respeito da chegada do Google TV no Brasil, Castro afirma: “existe um projeto de levar a Google TV para o mundo todo”, respondeu à plateia, aos risos, o executivo da Google.

Fonte: Comunique-se

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mais argentinos tem acesso a TV Digital

Três milhões de argentinos desfrutam da televisão digital gratuita, apó a entrega hoje pelo Governo de 750 mil decodificadores e a inauguração de três estações.

A abertura das novas Estações Digitais Terrestres, com as quais já somam 27, dá cobertura do serviço ao 50 por cento do país, detalhou o ministro de Planejamento Julio De Vido, citado pela agência de notícias Télam.

Para o fechamento deste ano, estima-se que estejam em funcionamento 50 emissoras as quais cobrirão o 75 por cento da população e para fins de 2012, a ideia é chegar ao 95 por cento, acrescentou.

As autoridades contemplam políticas que possibilitam a todos os habitantes ter seu próprio esse dispositivo de acordo com seus recursos ou rendimentos.

O Sistema Argentino de Televisão Digital Terrestre, o qual oferece sinal aberta gratuita, faz parte dos planos sociais do Estado argentino.

Canais como TV Pública, Canal Encontro, do Ministério de Educação, e o multinacional TeleSur, entre outros, estão disponíveis em esta tecnologia que permite, entre outros benefícios, acesso ao conhecimento e a informação com uma imagem de maior qualidade.

Fonte: La Prensa

domingo, 2 de outubro de 2011

Amazon lança tablet mais barato que o rival iPad

A Amazon apresentou o seu primeiro tablet, chamado Kindle Fire, baseado em Android; uma versão com tela sensível a toque do seu leitor eletrônico, chamado Kindle Touch, e um redesenho do seu tradicional e-reader Kindle, agora mais leve e barato. A varejista online aposta no vasto conteúdo baseado na nuvem e no preço baixo para competir no mercado de tablets dominado pela Apple e seu iPad.

O Kindle Fire chega com peso de 414 gramas, touchscreen de 7 polegadas, 8 gigabytes (GB) para armazenamento interno, processador dual core, e preço de US$ 199. Comparando, a versão mais barata do iPad é vendida pelas loja da Apple por US$ 499. O menor Galaxy Tab, da Samsung, (com tela de 7 polegadas) sai por US$ 349, e o maior (com 10,1 polegadas), por US$ 499.

Pelo site da Amazon já é possível entrar na lista de pré-venda e aguardar até o dia 15 de novembro até que o produto esteja disponível no mercado. A previsão de vendas, segundo a Forrester, é de 5 milhões de aparelhos só no último trimestre deste ano.

O Kindle Touch chega nas versões Wi-Fi e 3G/Wi-Fi e 4GB de memória interna. O tamanho (17,2 x 12 x 1,1 centímetros) e o peso (220 gramas) colaboram para a manipulação do aparelho, que, durante a leitura, dividiu (de forma não aparente) a tela de 6 polegadas em três regiões com as opções de passar, voltar a página e abrir o menu. Os preços do Kindle Touch vão de US$ 99 a US$ 149 (3G).

A empresa afirma que nenhum contrato ou plano será exigido e que a garantia é de que a internet 3G tenha cobertura em regiões espelhadas em 100 países.

A Amazon garantiu que a internet 3G, dentro da área de cobertura será gratuita. Os aparelhos estão em pré-venda, mas devem chegar ao mercado no dia 21 de novembro. Além dos novos modelos, a Amazon remodelou o seu mais antigo, o leitor eletrônico Kindle. Apesar de mais leve, agora com 170 gramas (redução de 30%), e um 18% menor, o tamanho da tela, 6 polegadas, foi mantido. O preço ficou em US$ 79.

Segundo a consultoria Gartner, 75% dos tablets vendidos este ano serão iPads. A Apple vendeu cerca de 29 milhões de unidades de abril de 2010 até junho deste ano. A Amazon tem em catálogo mais de 1 milhão de livros eletrônicos, 100 mil filmes e episódios de séries de TV e 17 milhões de músicas digitais.

A empresa espera ter sucesso na competição com a Apple, no que outras companhias tentaram e fracassaram, porque seu tablet foi projetado para dar acesso à sua quantidade massiva de conteúdo.

Fonte: Tribuna do Norte

sábado, 1 de outubro de 2011

Saiba o que é Ginga

Ginga é o middleware de especificação aberta adotado pelo Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD) e que será instalado em conversores (set-top boxes) e em televisores. É uma camada de software intermediária, entre o sistema operacional e as aplicações. Ele tem duas funções principais: uma é tornar as aplicações independentes do sistema operacional da plataforma de hardware utilizados. A outra é oferecer um melhor suporte ao desenvolvimento de aplicações. Ou seja, o Ginga será o responsável por dar suporte à interatividade.

Em outras palavras, um middleware para aplicações de TV digital consiste de máquinas de execução das linguagens oferecidas e bibliotecas de funções, que permitem o desenvolvimento rápido e fácil de aplicações interativas para TV digital. Essas aplicações vão possibilitar, por exemplo, acesso à internet, operações bancárias, envio de mensagens para o canal de TV ao qual se está assistindo, entre outros.

O Ginga é constituído por um conjunto de tecnologias padronizadas e inovações brasileiras que o tornam a especificação de middleware mais avançada do mundo atualmente e a melhor solução para os requisitos do país. O Ginga é o resultado de vários anos de pesquisas realizadas pela Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O sistema é subdividido em três subsistemas principais interligados (Ginga-CC, Ginga-NCL e Ginga-J), que permitem o desenvolvimento de aplicações seguindo dois paradigmas de programação diferentes. Dependendo das funcionalidades requeridas no projeto de cada aplicação, um paradigma será mais adequado do que o outro.

Ginga-CC
O Ginga-CC (Ginga Common-Core) oferece o suporte básico para os ambientes declarativos (Ginga-NCL) e procedural (Ginga-J), de maneira que suas principais funções sejam para tratar da exibição de vários objetos de mídia, como JPEG, MPEG-4, MP3, GIF, entre outros formatos. O Ginga-CC fornece também o controle do plano gráfico para o modelo especificado para o ISDB-TB e controla o acesso ao Canal de Retorno, módulo responsável por controlar o acesso à camada de rede.

Ginga-NCL
O Ginga-NCL foi desenvolvido pela PUC-Rio com o objetivo de prover uma infra-estrutura de apresentação para aplicações declarativas escritas na linguagem NCL (Nested Context Language), que é uma aplicação XML com facilidades para a especificação de aspectos de interatividade, sincronismo espaço-temporal entre objetos de mídia, adaptabilidade, suporte a múltiplos dispositivos e suporte à produção ao vivo de programas interativos não-lineares.

Para facilitar o desenvolvimento de aplicações Ginga-NCL, a PUC-Rio criou também a ferramenta Composer, um ambiente de autoria voltado para a criação de programas NCL para TV digital interativa. Nessa ferramenta, as abstrações são definidas em diversos tipos de visões que permitem simular um tipo específico de edição (estrutural, temporal, layout e textual). Essas visões funcionam de maneira sincronizada, a fim de oferecer um ambiente integrado de autoria.

Ginga-J
O Ginga-J foi desenvolvido pela UFPB para prover uma infra-estrutura de execução de aplicações baseadas na linguagem Java, com facilidades especificamente voltadas para o ambiente de TV digital.

Dessa maneira, pode-se afirmar que o Ginga é uma tecnologia que leva ao cidadão todos os meios para que ele obtenha acesso à informação, educação a distância e serviços sociais, utilizando apenas sua TV. O Ginga é uma especificação aberta, de fácil aprendizagem e livre de royalties, possibilitando que qualquer programador produza conteúdo interativo, impulsionando a programação de TVs comunitárias, por exemplo. Com o desenvolvimento do Ginga, o Brasil se tornou o primeiro país a oferecer um conjunto de soluções em software livre para TV digital.

Para ter mais informações sobre o Ginga, visite o site www.ginga.org.br ou então o site da Comunidade Ginga.

Fonte: Site da TV Digital Brasileira