De acordo com um relatório feito pela Forrester Research, os sites de mídias sociais e vídeos on-line contam com mais audiência do que a TV no Brasil. A adoção da web como principal meio de informação e entretenimento é hoje de 48%. Para 2016, a previsão é de que o número alcance a marca de 57%. “Por permitir a interação imediata sobre seu conteúdo, a internet mostra-se mais atraente do que a TV, onde o telespectador tem um papel passivo”, comenta Leandro Kenski, CEO da Media Factory, empresa especializada em marketing digital.
O estudo, publicado pelo site AdAge, foi realizado em novembro do ano passado com 4.020 pessoas maiores de 18 anos e com acesso à web em 22 cidades brasileiras. Os brasileiros gastam aproximadamente 23,8 horas por semana na Internet, e assistem apenas 6,2 horas de TV. Nesse período conectado, os brasileiros passam 89% do tempo nas mídias sociais, sendo que, nesse grupo, 81% usam regularmente o Facebook, e 63% são usuários do Orkut.
Em se tratando de vídeos on-line, 86% dos entrevistados utilizam a Internet para essa finalidade. O estudo aponta também que o brasileiro está mais propenso a ver os vídeos do que a produzi-los: apenas 16% dos consultados informaram que produzem vídeos regularmente para sites como o YouTube.
Pessoas acessam a internet enquanto assistem TV
A pesquisa da Forrester conclui que apenas 40% dos brasileiros conectados estão acessando a web móvel regularmente, gastando 2,2 horas de acesso semanal por dispositivos. “Esse número tende a aumentar, acompanhando o aumento da quantidade de usuários de smartphones no Brasil”, comenta Leandro Kenski.
Um hábito que tem se mostrado comum no exterior é o de pessoas que acessam a internet enquanto assistem televisão. De acordo com estatísticas divulgadas pela Yahoo/ Nielsen, 86% por cento dos usuários de dispositivos móveis estão utilizando seu dispositivo enquanto vêem televisão, sendo que um quarto deles está acessando conteúdo relacionado ao que está assistindo na TV. O estudo, realizado em 2011, entrevistou 8.384 norte-americanos. Sendo 5.313 foram usuários de internet móvel.
Outra pesquisa, realizada no Reino Unido em 2011, aponta que 76% dos telespectadores costumam acessar a internet de seus laptops, smartphones ou tablets enquanto assistem TV. “Consumidores estão integrando cada vez mais comportamentos móveis em seu estilo de vida” explica o CEO da Media Factory.
Fonte: www.inteligemcia.com.br
Este blog tem o objetivo de divulgar e discutir as questões relacionadas a TV Digital Interativa
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Anatel produzirá regulamento para multiprogramação e interatividade
Em breve, a Anatel deve produzir um regulamento para falar das regras que deverão ser cumpridas pelos operadores do Serviço de Acesso Condicionado (SeAC) em emissoras de TV aberta que operam com multiprogramação. Atualmente, apenas emissoras públicas podem utilizar multiprogramação.
Segundo o site Teletime, multiprogramação é quando uma emissora de TV aberta analógica escolhe ter mais de um canal digital em lugar de um canal em alta definição.
O mesmo regulamento deverá tratar também da interatividade. Este recurso está disponível na TV digital aberta, mas, ao passar para as redes de TV por assinatura, pode se perder por causa de incompatibilidades técnicas. Eventuais dúvidas sobre a aplicação prática das regras de must-carry dos canais abertos também devem ser esclarecidas pelo regulamento.
No documento, a Anatel estabeleceu que as operadoras do serviço que levarem uma geradora de TV aberta de sinal nacional deverão levar as demais emissoras com um terço de cobertura nacional.
Os conselheiros Marcelo Bechara e Rodrigo Zerbone disseram que "a lei diz claramente que no caso dos canais digitais de TV aberta, o sinal ou é levado obrigatoriamente ou é cobrado. De qualquer maneira, a decisão é sempre do radiodifusor".
Fonte: Portal Imprensa
Segundo o site Teletime, multiprogramação é quando uma emissora de TV aberta analógica escolhe ter mais de um canal digital em lugar de um canal em alta definição.
O mesmo regulamento deverá tratar também da interatividade. Este recurso está disponível na TV digital aberta, mas, ao passar para as redes de TV por assinatura, pode se perder por causa de incompatibilidades técnicas. Eventuais dúvidas sobre a aplicação prática das regras de must-carry dos canais abertos também devem ser esclarecidas pelo regulamento.
No documento, a Anatel estabeleceu que as operadoras do serviço que levarem uma geradora de TV aberta de sinal nacional deverão levar as demais emissoras com um terço de cobertura nacional.
Os conselheiros Marcelo Bechara e Rodrigo Zerbone disseram que "a lei diz claramente que no caso dos canais digitais de TV aberta, o sinal ou é levado obrigatoriamente ou é cobrado. De qualquer maneira, a decisão é sempre do radiodifusor".
Fonte: Portal Imprensa
sexta-feira, 23 de março de 2012
Consumo diário de TV no mundo cresce 20 minutos em dez anos
Em 2011, o tempo médio global de visualização diária de TV chegou a 3h16 por pessoa, um aumento de seis minutos em comparação com 2010, mas de 20 minutos ao longo de dez anos.
O aumento foi mais significativo na Ásia e especialmente na China, onde o crescimento registrado chegou a 12 minutos ao longo de um ano. Aumentos semelhantes também foram relatados em vários países europeus, com um aumento de 15 minutos na França, sete minutos na Itália e cinco minutos, na Espanha.
A pesquisa anual Eurodata TV, da Médiamétrie, revelou que a televisão está indo bem em todo o mundo. O relatório, que abrange cerca de 100 territórios, aponta que "a televisão impôs-se como o principal meio de comunicação em termos de conteúdo ao vivo e exclusividade". Com mais canais, mais opções disponíveis, os telespectadores estão gastando mais tempo em frente à TV. Ao mesmo tempo, as famílias estão melhor equipados com aparelhos de TV e outros dispositivos.
O Eurodata TV aponta que mais de sete milhões de HDTVs foram compradas na Alemanha em 2011, 100 vezes mais do que cinco anos atrás. No Reino Unido, metade dos lares tem um gravador de vídeo digital, enquanto na Austrália o número é de 44%, tendo crescido 11 pontos percentuais em um ano. Os dispositivos de gravação digital ajudam a aumentar o tempo médio gasto em frente à TV. O aumento é de 11%, em relação aos espectadores que só assistem ao vivo, nos EUA, e 10% no Reino Unido.
O fim da TV analógica também é uma motivação adicional para consumir TV. Na Espanha, a participação de mercado de canais que não são analógicos cresceu de 9% em 2001 para quase 47% dez anos depois.
O tempo extra gasto em frente à TV significa que "novos momentos do dia estão sendo dedicados à telinha, fora o horário nobre". Isso inclui programas matinais.
O ano passado, foi, no entanto, considerado o ano da programação ao vivo, já que a TV beneficiou eventos como o casamento real britânico, a final da França da Copa do Mundo de Rugby, e as celebrações chinesas de Ano Novo. Boletins de notícias representaram 63% dos programas que aparecem no topo do ranking em 2011, um aumento de dez pontos em comparação com 2010.
Em termos de gêneros de programação, a pesquisa aponta que que a ficção foi o gênero principal no ano passado, representando 41% dos programas mais eficientes. Séries foram responsáveis por 69% das ficções no topo do ranking, nove pontos acima de 2010. Este aumento foi impulsionado principalmente pelas produções locais, mas as produções norte-americanas ainda estão sendo muito exportadas e enchem as redes de TV. A sitcom "Two and a Half Men", por exemplo, apareceu entre os dez programas nos EUA, mas também na Austrália, no Canadá de língua inglesa e na Suíça de língua italiana.
Os programas de entretenimento representam 38% dos dez melhores rankings, com o formato de talento "Got Talent" aparecendo entre os dez programas em 11 países diferentes, antes dos formatos "Idol", "Strictly Come Dancing" e "X Factor".
"Diante de uma enorme variedade de canais, conteúdos e telas, apenas marcas poderosas, com visivelmente integrando estratégias 360 ° e multi tela, conseguem reunir uma forte e durável audiência internacional", diz Amandine Cassi, chefe de pesquisa.
Fonte: Teletime
O aumento foi mais significativo na Ásia e especialmente na China, onde o crescimento registrado chegou a 12 minutos ao longo de um ano. Aumentos semelhantes também foram relatados em vários países europeus, com um aumento de 15 minutos na França, sete minutos na Itália e cinco minutos, na Espanha.
A pesquisa anual Eurodata TV, da Médiamétrie, revelou que a televisão está indo bem em todo o mundo. O relatório, que abrange cerca de 100 territórios, aponta que "a televisão impôs-se como o principal meio de comunicação em termos de conteúdo ao vivo e exclusividade". Com mais canais, mais opções disponíveis, os telespectadores estão gastando mais tempo em frente à TV. Ao mesmo tempo, as famílias estão melhor equipados com aparelhos de TV e outros dispositivos.
O Eurodata TV aponta que mais de sete milhões de HDTVs foram compradas na Alemanha em 2011, 100 vezes mais do que cinco anos atrás. No Reino Unido, metade dos lares tem um gravador de vídeo digital, enquanto na Austrália o número é de 44%, tendo crescido 11 pontos percentuais em um ano. Os dispositivos de gravação digital ajudam a aumentar o tempo médio gasto em frente à TV. O aumento é de 11%, em relação aos espectadores que só assistem ao vivo, nos EUA, e 10% no Reino Unido.
O fim da TV analógica também é uma motivação adicional para consumir TV. Na Espanha, a participação de mercado de canais que não são analógicos cresceu de 9% em 2001 para quase 47% dez anos depois.
O tempo extra gasto em frente à TV significa que "novos momentos do dia estão sendo dedicados à telinha, fora o horário nobre". Isso inclui programas matinais.
O ano passado, foi, no entanto, considerado o ano da programação ao vivo, já que a TV beneficiou eventos como o casamento real britânico, a final da França da Copa do Mundo de Rugby, e as celebrações chinesas de Ano Novo. Boletins de notícias representaram 63% dos programas que aparecem no topo do ranking em 2011, um aumento de dez pontos em comparação com 2010.
Em termos de gêneros de programação, a pesquisa aponta que que a ficção foi o gênero principal no ano passado, representando 41% dos programas mais eficientes. Séries foram responsáveis por 69% das ficções no topo do ranking, nove pontos acima de 2010. Este aumento foi impulsionado principalmente pelas produções locais, mas as produções norte-americanas ainda estão sendo muito exportadas e enchem as redes de TV. A sitcom "Two and a Half Men", por exemplo, apareceu entre os dez programas nos EUA, mas também na Austrália, no Canadá de língua inglesa e na Suíça de língua italiana.
Os programas de entretenimento representam 38% dos dez melhores rankings, com o formato de talento "Got Talent" aparecendo entre os dez programas em 11 países diferentes, antes dos formatos "Idol", "Strictly Come Dancing" e "X Factor".
"Diante de uma enorme variedade de canais, conteúdos e telas, apenas marcas poderosas, com visivelmente integrando estratégias 360 ° e multi tela, conseguem reunir uma forte e durável audiência internacional", diz Amandine Cassi, chefe de pesquisa.
Fonte: Teletime
segunda-feira, 19 de março de 2012
O Mundo da Publicidade: Filmes e séries pela internet ameaçam negócio da T...
O Mundo da Publicidade: Filmes e séries pela internet ameaçam negócio da T...: A experiência de assistir à televisão está passando por uma profunda transformação. Em 2020, nos Estados Unidos, se verá tanto vídeo distrib...
sexta-feira, 16 de março de 2012
Análise: iPad pode se tornar próxima TV dos usuários
A Apple apresentou uma nova versão de seu Apple TV set-top-box em seu evento de mídia na quarta-feira (07/03). Entretanto, não se trata das televisões com a marca da empresa que muitos analistas esperavam.
Apesar de uma televisão da marca ser atrativa, não seria interessante para os planos de crescimento da companhia. Uma televisão não definiria um novo mercado, da mesma forma que o iPod, iPhone e iPad fizeram. Seria apenas uma extensão do ecossistema existente.
A companhia já tem uma tela pequena de TV: o iPad – sem mencionar a set-top box Apple TV – que pode reproduzir conteúdo do aparelho para televisões. O aparelho não é uma TV no sentido convencional e não vem com um sintonizador para receber canais. Mas as TVs em seu sentido tradicional já estão morrendo.
Os televisores são o ponto final para o conteúdo da TV aberta é um detalhe quando comparado com a programação que é exibida em banda larga e TV paga. Streaming é o futuro. A Apple sabe disso. Ninguém constrói um centro de dados de um bilhão de dólares e lança o iCloud apenas para competir com o Dropbox.
Na realidade, o termo “TV” deveria ser aposentado. “Display”, “tela” ou “monitor” seriam melhores por serem neutros; não deixam implícito uma fonte de programação particular.
Olhando à frente, são os grandes conteúdos em nuvem e plataformas de software que se tornarão competidores importantes na indústria de conteúdo. Será a Amazon, Apple, Google e Microsoft. Talvez a Samsung e Sony também entrem. Serão os reis em termos de distribuição de conteúdo digital. Hollywood também tenta competir, mas com iniciativas pobres como o UltraViolet. Porém, as empresas de vídeos, bem como as de publicidade, enfrentarão uma paisagem cada vez mais sombria de escolhas para ter seu conteúdo na tela dos consumidores.
As empresas a cabo e móveis talvez se adaptem e se tornem parte do novo regime, se conseguirem criar seu próprio conteúdo e desenvolver ecossistema ou se aliar com uma das plataformas competidoras. Mas a velha guarda é mais odiada do que amada pelas pessoas. Estão vulneráveis.
Observando o mercado periférico do iPad, é possível ver a mudança chegando na forma de kits para paredes. As pessoas instalam os aparelhos em cozinhas e outros cômodos onde antes havia TVs. Dada à possibilidade de reprodução de conteúdo de uma Apple TV box para um iPad, não é necessário ter uma TV pequena e um iPad em casa.
O novo iPad pode reproduzir vídeos de até 1080p por meio da terceira geração da Apple TV boxes, isso é quase tão bom quando as HDTVs de hoje.
Fonte: It Web
Apesar de uma televisão da marca ser atrativa, não seria interessante para os planos de crescimento da companhia. Uma televisão não definiria um novo mercado, da mesma forma que o iPod, iPhone e iPad fizeram. Seria apenas uma extensão do ecossistema existente.
A companhia já tem uma tela pequena de TV: o iPad – sem mencionar a set-top box Apple TV – que pode reproduzir conteúdo do aparelho para televisões. O aparelho não é uma TV no sentido convencional e não vem com um sintonizador para receber canais. Mas as TVs em seu sentido tradicional já estão morrendo.
Os televisores são o ponto final para o conteúdo da TV aberta é um detalhe quando comparado com a programação que é exibida em banda larga e TV paga. Streaming é o futuro. A Apple sabe disso. Ninguém constrói um centro de dados de um bilhão de dólares e lança o iCloud apenas para competir com o Dropbox.
Na realidade, o termo “TV” deveria ser aposentado. “Display”, “tela” ou “monitor” seriam melhores por serem neutros; não deixam implícito uma fonte de programação particular.
Olhando à frente, são os grandes conteúdos em nuvem e plataformas de software que se tornarão competidores importantes na indústria de conteúdo. Será a Amazon, Apple, Google e Microsoft. Talvez a Samsung e Sony também entrem. Serão os reis em termos de distribuição de conteúdo digital. Hollywood também tenta competir, mas com iniciativas pobres como o UltraViolet. Porém, as empresas de vídeos, bem como as de publicidade, enfrentarão uma paisagem cada vez mais sombria de escolhas para ter seu conteúdo na tela dos consumidores.
As empresas a cabo e móveis talvez se adaptem e se tornem parte do novo regime, se conseguirem criar seu próprio conteúdo e desenvolver ecossistema ou se aliar com uma das plataformas competidoras. Mas a velha guarda é mais odiada do que amada pelas pessoas. Estão vulneráveis.
Observando o mercado periférico do iPad, é possível ver a mudança chegando na forma de kits para paredes. As pessoas instalam os aparelhos em cozinhas e outros cômodos onde antes havia TVs. Dada à possibilidade de reprodução de conteúdo de uma Apple TV box para um iPad, não é necessário ter uma TV pequena e um iPad em casa.
O novo iPad pode reproduzir vídeos de até 1080p por meio da terceira geração da Apple TV boxes, isso é quase tão bom quando as HDTVs de hoje.
Fonte: It Web
quinta-feira, 15 de março de 2012
TVs de Plasma também terão de ter o Ginga
Portaria interministerial publicada no ultimo dia 13/3, no Diário Oficial da União (DOU), determina que os televisores com tela de plasma fabricados na Zona Franca de Manaus também incorporem obrigatoriamente o Ginga, software brasileiro que dá ao Sistema Brasileiro de TV Digital a capacidade de executar aplicações interativas. As regras são as mesmas estabelecidas no mês passado pela portaria interministerial número 140, que estabelece o PPB para a produção de televisores com tela de cristal líquido.
Pela portaria 187, datada de 9/3 e publicada hoje, a partir de 1º de julho, até 31 de dezembro deste ano, a inclusão do Ginga nos televisores de plasma fabricados na Zona Franca é opcional. A partir de 1º de janeiro de 2013, 75% dos televisores devem sair de fábrica com o middleware instalado. O percentual sobe para 90% a partir do começo de 2014.
Fonte: PC World
Pela portaria 187, datada de 9/3 e publicada hoje, a partir de 1º de julho, até 31 de dezembro deste ano, a inclusão do Ginga nos televisores de plasma fabricados na Zona Franca é opcional. A partir de 1º de janeiro de 2013, 75% dos televisores devem sair de fábrica com o middleware instalado. O percentual sobe para 90% a partir do começo de 2014.
Fonte: PC World
segunda-feira, 12 de março de 2012
TV digital interativa pode servir às inclusões digital e social
O acesso a serviços interativos por meio da televisão poderá se tornar uma política de governo, com o objetivo de promover a inclusão digital e social da população. Segundo o superintendente de Suporte da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), André Barbosa, a ideia está sendo formatada pela EBC e será levada em breve aos ministros das Comunicações, Paulo Bernardo, e Helena Chagas, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, para depois passar pela avaliação da presidenta Dilma Rousseff.
A expectativa é que ainda neste semestre possam ser iniciados os primeiros testes para avaliar a aceitação da população do modelo de interatividade. "A ideia geral é que a gente possa fazer uma prova de conceito, transmitir o sinal da TV Brasil, distribuir set-top box conversores na casa das pessoas, principalmente de baixa renda, que estejam integradas a um dos programas do governo. Para fazer uma medição real se eles vão usar o serviço ou não, se realmente vão saber usar. Com essa medição, mostrar para as autoridades para que se possa fazer disso uma política tão importante de Estado como é o Programa Nacional de Banda Larga", disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.
A aposta é que a intimidade da população com a televisão possa facilitar o uso dos serviços que serão oferecidos com a interatividade, como a marcação de consultas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso a programas do governo, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, serviços previdenciários e serviços bancários. "Todos os programas do Estado estarão dentro da casa da pessoa, em um veículo que a maioria da população brasileira já tem familiaridade há mais de 50 anos. Isso é muito diferente do que introduzir uma tecnologia nova", avalia o superintendente, comparando a TV com a internet.
Para receber o sinal de TV digital em um televisor comum, é preciso de um conversor, chamado de set-top box. Para facilitar o acesso a esses aparelhos, estão sendo estudadas formas de financiamento ou até mesmo uma fidelização, como por exemplo, ao abrir uma conta para receber os recursos do Bolsa Família nos bancos públicos, a pessoa receberia um conversor.
O superintendente explica que as emissoras comerciais ainda não demonstram interesse pela interatividade, porque o uso dos aplicativos durante o intervalo da programação poderia prejudicar sua principal fonte de renda: a publicidade. "As emissoras comerciais não têm ainda uma fórmula perfeita de sobrevivência do modelo comercial atual com o modelo interativo, porque um compete com o outro", diz. Por isso, na sua avaliação, a TV pública, que não depende de patrocínios, pode assumir o pioneirismo na introdução desse modelo no país.
Uma ideia para atrair as TVs comerciais para a interatividade pode ser o patrocínio de empresas estatais, como Banco do Brasil, Petrobras e Correios, criando um novo modelo publicitário. A sugestão também será levada ao governo pela EBC.
Fonte: Terra
A expectativa é que ainda neste semestre possam ser iniciados os primeiros testes para avaliar a aceitação da população do modelo de interatividade. "A ideia geral é que a gente possa fazer uma prova de conceito, transmitir o sinal da TV Brasil, distribuir set-top box conversores na casa das pessoas, principalmente de baixa renda, que estejam integradas a um dos programas do governo. Para fazer uma medição real se eles vão usar o serviço ou não, se realmente vão saber usar. Com essa medição, mostrar para as autoridades para que se possa fazer disso uma política tão importante de Estado como é o Programa Nacional de Banda Larga", disse Barbosa, em entrevista à Agência Brasil.
A aposta é que a intimidade da população com a televisão possa facilitar o uso dos serviços que serão oferecidos com a interatividade, como a marcação de consultas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso a programas do governo, como o Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, serviços previdenciários e serviços bancários. "Todos os programas do Estado estarão dentro da casa da pessoa, em um veículo que a maioria da população brasileira já tem familiaridade há mais de 50 anos. Isso é muito diferente do que introduzir uma tecnologia nova", avalia o superintendente, comparando a TV com a internet.
Para receber o sinal de TV digital em um televisor comum, é preciso de um conversor, chamado de set-top box. Para facilitar o acesso a esses aparelhos, estão sendo estudadas formas de financiamento ou até mesmo uma fidelização, como por exemplo, ao abrir uma conta para receber os recursos do Bolsa Família nos bancos públicos, a pessoa receberia um conversor.
O superintendente explica que as emissoras comerciais ainda não demonstram interesse pela interatividade, porque o uso dos aplicativos durante o intervalo da programação poderia prejudicar sua principal fonte de renda: a publicidade. "As emissoras comerciais não têm ainda uma fórmula perfeita de sobrevivência do modelo comercial atual com o modelo interativo, porque um compete com o outro", diz. Por isso, na sua avaliação, a TV pública, que não depende de patrocínios, pode assumir o pioneirismo na introdução desse modelo no país.
Uma ideia para atrair as TVs comerciais para a interatividade pode ser o patrocínio de empresas estatais, como Banco do Brasil, Petrobras e Correios, criando um novo modelo publicitário. A sugestão também será levada ao governo pela EBC.
Fonte: Terra
quinta-feira, 8 de março de 2012
TRINCHEIRA DO FACIOLI: TV Digital: Minicom permite compartilhamento de mu...
TRINCHEIRA DO FACIOLI: TV Digital: Minicom permite compartilhamento de mu...: O Ministério das Comunicações publicou nesta segunda-feira, 5/3, uma portaria na qual regulamenta o Decreto 5820/2006, que trata das normas ...
O Mundo da Publicidade: Globo não é apenas uma TV, diz diretor da emissora...
O Mundo da Publicidade: Globo não é apenas uma TV, diz diretor da emissora...: O diretor-geral da Globo, Octávio Florisbal, anunciou nesta segunda-feira (05/03) que a emissora não é mais apenas uma rede de TV, mas també...
domingo, 4 de março de 2012
O Mundo da Publicidade: Serviços da Telefônica passam a se chamar Vivo a p...
O Mundo da Publicidade: Serviços da Telefônica passam a se chamar Vivo a p...: A Telefônica divulgou em seu site nesta sexta-feira, 2, a mudança do nome de seus serviços de telefonia fixa, Internet e TV por assinatura n...
quinta-feira, 1 de março de 2012
Ginga só será obrigatório em 2013
Semana passada, o Ministério das Comunicações publicou o cronograma para a implantação obrigatória do middleware Ginga nos aparelhos de TV fabricados no Brasil. O Ginga é o último elemento para implantação da TV digital brasileira, ativa desde o dia 2 de dezembro de 2007, e hoje presente em 457 cidades (45,4% da população), de acordo com o Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD).
O cronograma representou uma pequena vitória por parte das fabricantes, que garantiram o adiamento da obrigatoriedade de do Ginga para o ano que vem. O medo da indústria é que a obrigatoriedade já valesse para este ano. No entanto, o fato de a lei obrigar a presença do Ginga não quer dizer que a utilização do middleware seja massificada.
Segundo o cronograma, a implantação do middleware é opcional para a produção de 2012. A partir de janeiro de 2013, no entanto, 75% das TVs fabricadas no País têm que vir com o programa. Somente em 2014, ano de Copa do Mundo, é que 90% dos aparelhos devem incluir o Ginga. O problema é que, apesar de estar previsto no papel, o Ginga pode “não pegar” simplesmente pela falta de um modelo de negócios que viabilize a produção de softwares e conteúdo interativo.
“Do jeito que está hoje, quem comanda a interatividade são as emissoras de TV. E elas têm um modelo de negócio baseado em propaganda. Certamente não vão investir na interatividade de uma forma que torne isso rentável para os desenvolvedores de menor porte”, comenta o pesquisador especialista em TV do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Jorge Cavalcanti. Ele defende que o Fórum SBTVD crie com urgência um modelo de negócios que contemple, por exemplo, a criação de uma loja de aplicativos para que outros desenvolvedores criem softwares voltados para a TV digital.
“Esse modelo de interatividade não pegou em lugar nenhum do mundo. Tudo bem que a TV no Brasil tem um aspecto muito particular. Mas mesmo assim fica muito difícil fazer a interatividade do SBTVD funcionar, se não tenho um canal para escoar a produção”, diz. Na opinião do pesquisador, esse é apenas um dos fatores que ameaça o futuro do Ginga.
“As fabricantes todas têm suas Smart TVs, com lojas de aplicativos. Até o Google e, segundo dizem os rumores, a Apple, estão nesse negócio. Então, para que as fabricantes irão querer instalar um middleware se elas já têm os seus e, mais ainda, para que obrigar a interatividade em 100% dos aparelhos, se não temos sinal digital em todo o País?”, comenta Cavalcanti. “Acontece que muitos produtores que estavam empolgados com o Ginga passaram e se voltar para as Smart TVs”, conta o pesquisador. Ele lembra ainda que, para haver interatividade real (no Ginga e nas Smart TVs), é preciso utilizar o canal de retorno, ou seja, ultra banda-larga.
“Atualmente, a única experiência com interatividade que temos é a busca por mais informações. É algo que as emissoras enviam e que pode ser acessado localmente. Não temos nada de interatividade real no Brasil e para que isso aconteça é preciso ampliar o PNBL”, destaca o pesquisador. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) prevê conexão de 1 Mbps a R$ 35.
Fonte: Jornal do Commercio
O cronograma representou uma pequena vitória por parte das fabricantes, que garantiram o adiamento da obrigatoriedade de do Ginga para o ano que vem. O medo da indústria é que a obrigatoriedade já valesse para este ano. No entanto, o fato de a lei obrigar a presença do Ginga não quer dizer que a utilização do middleware seja massificada.
Segundo o cronograma, a implantação do middleware é opcional para a produção de 2012. A partir de janeiro de 2013, no entanto, 75% das TVs fabricadas no País têm que vir com o programa. Somente em 2014, ano de Copa do Mundo, é que 90% dos aparelhos devem incluir o Ginga. O problema é que, apesar de estar previsto no papel, o Ginga pode “não pegar” simplesmente pela falta de um modelo de negócios que viabilize a produção de softwares e conteúdo interativo.
“Do jeito que está hoje, quem comanda a interatividade são as emissoras de TV. E elas têm um modelo de negócio baseado em propaganda. Certamente não vão investir na interatividade de uma forma que torne isso rentável para os desenvolvedores de menor porte”, comenta o pesquisador especialista em TV do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Jorge Cavalcanti. Ele defende que o Fórum SBTVD crie com urgência um modelo de negócios que contemple, por exemplo, a criação de uma loja de aplicativos para que outros desenvolvedores criem softwares voltados para a TV digital.
“Esse modelo de interatividade não pegou em lugar nenhum do mundo. Tudo bem que a TV no Brasil tem um aspecto muito particular. Mas mesmo assim fica muito difícil fazer a interatividade do SBTVD funcionar, se não tenho um canal para escoar a produção”, diz. Na opinião do pesquisador, esse é apenas um dos fatores que ameaça o futuro do Ginga.
“As fabricantes todas têm suas Smart TVs, com lojas de aplicativos. Até o Google e, segundo dizem os rumores, a Apple, estão nesse negócio. Então, para que as fabricantes irão querer instalar um middleware se elas já têm os seus e, mais ainda, para que obrigar a interatividade em 100% dos aparelhos, se não temos sinal digital em todo o País?”, comenta Cavalcanti. “Acontece que muitos produtores que estavam empolgados com o Ginga passaram e se voltar para as Smart TVs”, conta o pesquisador. Ele lembra ainda que, para haver interatividade real (no Ginga e nas Smart TVs), é preciso utilizar o canal de retorno, ou seja, ultra banda-larga.
“Atualmente, a única experiência com interatividade que temos é a busca por mais informações. É algo que as emissoras enviam e que pode ser acessado localmente. Não temos nada de interatividade real no Brasil e para que isso aconteça é preciso ampliar o PNBL”, destaca o pesquisador. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) prevê conexão de 1 Mbps a R$ 35.
Fonte: Jornal do Commercio
TV Digital: marque a consulta no SUS pelo controle remoto
O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD) vai disponibilizar conteúdos interativos e acesso códigos de desenvolvimento de aplicativos para a TV digital em março, segundo o Ministério das Comunicações. Um dos novos serviços é o "IncluaSaúde", em que o telespectador poderá marcar consultas por meio do SUS (Sistema Unidos de Saúde) em um posto de saúde para si mesmo e seus dependentes diretamente na TV.
A programação interativa será transmitida inicialmente pela emissora governamental EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), mas serão abertos e disponíveis nos demais canais.
Entre os demais conteúdos interativos oferecidos pelo CPQD para TV Digital estão aplicativos de previsão do tempo, vagas de empregos, notícias, comércio na TV, jogos e até mesmo bate-papo com funcionalidades de rede social.
O aplicativo "PrevidênciaFácil", por exemplo, deve oferecer a visualização de informações e documentos necessários para a obtenção de aposentadoria por idade, tempo de serviço ou invalidez, utilizando dados adaptados do site da Previdência Social para a plataforma de TV.
O CPQD afirmou que vai lançar a programação interativa não apenas para a plataforma Ginga, que será obrigatória em 75% dos televisores com tela de cristal líquido a partir de 2013, mas também para um sistemas usados por prefeituras, serviços de vagas de emprego, entre outros.
De acordo com o Ministério das Comunicações, o projeto SMTVI (Serviços Multiplataforma de TV Interativa) está em fase final de desenvolvimento e os resultados estão previstas para março, abril e maio desse ano.
Desenvolvimento
O CPQD afirmou que irá oferecer uma biblioteca de componentes de software, com trechos de código independentes e com funcionalidades de criação e navegação de telas para aplicações interativas para a TV Digital.
O Ministério das Comunicações informou que o CPQD vai disponibilizar também ferramentas para o desenvolvimento de aplicativos para TV Digital. A ferramenta para o ambiente Ginga da TV Digital permite o acesso a técnicas e mecanismos de criação de conteúdos multimídia interativos.
Também serão oferecidas recomendações de usabilidade que reúnem as principais descobertas e melhores práticas de design para o desenvolvimento e a avaliação de serviços para TV Digital Interativa.
Fonte: IDG Now
A programação interativa será transmitida inicialmente pela emissora governamental EBC (Empresa Brasileira de Comunicação), mas serão abertos e disponíveis nos demais canais.
Entre os demais conteúdos interativos oferecidos pelo CPQD para TV Digital estão aplicativos de previsão do tempo, vagas de empregos, notícias, comércio na TV, jogos e até mesmo bate-papo com funcionalidades de rede social.
O aplicativo "PrevidênciaFácil", por exemplo, deve oferecer a visualização de informações e documentos necessários para a obtenção de aposentadoria por idade, tempo de serviço ou invalidez, utilizando dados adaptados do site da Previdência Social para a plataforma de TV.
O CPQD afirmou que vai lançar a programação interativa não apenas para a plataforma Ginga, que será obrigatória em 75% dos televisores com tela de cristal líquido a partir de 2013, mas também para um sistemas usados por prefeituras, serviços de vagas de emprego, entre outros.
De acordo com o Ministério das Comunicações, o projeto SMTVI (Serviços Multiplataforma de TV Interativa) está em fase final de desenvolvimento e os resultados estão previstas para março, abril e maio desse ano.
Desenvolvimento
O CPQD afirmou que irá oferecer uma biblioteca de componentes de software, com trechos de código independentes e com funcionalidades de criação e navegação de telas para aplicações interativas para a TV Digital.
O Ministério das Comunicações informou que o CPQD vai disponibilizar também ferramentas para o desenvolvimento de aplicativos para TV Digital. A ferramenta para o ambiente Ginga da TV Digital permite o acesso a técnicas e mecanismos de criação de conteúdos multimídia interativos.
Também serão oferecidas recomendações de usabilidade que reúnem as principais descobertas e melhores práticas de design para o desenvolvimento e a avaliação de serviços para TV Digital Interativa.
Fonte: IDG Now
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