sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Interatividade marca TV do Futuro

Se, em maio de 2009, a revista "Technology Review", publicada pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), listou a televisão social entre as dez tecnologias mais promissoras, em agosto deste ano, a mesma lista incluiu um software de compressão de vídeo que melhora a transmissão de grandes quantidades de dados pela internet e diminui o tempo de resposta de programas baseados na nuvem.

Uma pesquisa, divulgada na semana passada pela empresa de consultoria Accenture, ouviu consumidores de diversos países e aponta três tendências: o consumo de vídeos online já é um padrão estabelecido e só tende a crescer, esse consumo não deve substituir a televisão - os dois conteúdos vão se complementar - e os usuários esperam ter na web a mesma qualidade de produção que a TV oferece.

Junte essas demandas às tecnologias destacadas como promessas pelo MIT e tem-se algo próximo ao que o que o consumidor já espera que seja a "TV do futuro": interatividade mesclada a programas e liberdade na escolha da programação e da plataforma onde ela será assistida.

Segundo Renato Improta, executivo sênior de mídia e tecnologia da Accenture, um exigente mercado consumidor está em formação: "Da tela para trás, o consumidor nem quer perceber como a interação se dá, mas, da tela para frente, ele quer ter controle e facilidade para assistir a qualquer programa, seja ele transmitido pelas antenas das emissoras ou via streaming online, em qualquer um de seus aparelhos - smart TV, console, computador, tablet e smartphone".

Assim, as palavras da vez são: liberdade (para escolher a programação sem depender da emissora) e interatividade com outros usuários e com o programa.

Fonte: IG

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